Narrativas de trabalhadoras/es pertencentes a uma Unidade de Saúde da Família no cuidado em saúde de mulheres lésbicas e bissexuais na cidade de Manaus, Amazonas
| dc.contributor.advisor | Ferreira, Breno de Oliveira | |
| dc.contributor.advisor-lattes | http://lattes.cnpq.br/1349420367392809 | |
| dc.contributor.author | Albuquerque, Camila Freire | |
| dc.contributor.author-lattes | http://lattes.cnpq.br/8656504550435514 | |
| dc.contributor.referee1 | Ferreira, Breno de Oliveira | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1349420367392809 | |
| dc.contributor.referee2 | Pontes, Munique Therense Costa de Morais | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/8420017702244546 | |
| dc.contributor.referee3 | Silva, Adriane das Neves | |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/2401227655072032 | |
| dc.date.accessioned | 2025-08-29T19:41:41Z | |
| dc.date.issued | 2025-07-04 | |
| dc.description.abstract | Throughout history, lesbian and bisexual sexual orientation has been permeated by resistance and prejudice that shape the experiences of these women in various social spheres, including the healthcare field. This context contributes to the erasure of their specific needs and the ineffectiveness of public policies targeting this population. It is therefore necessary to rethink the biomedical and heteronormative models that underpin healthcare and build more inclusive practices capable of recognizing the plurality of experiences and identities. Considering the transformative potential of Primary Care, especially within the scope of the Family Health Strategy, this study aimed to analyze the narratives of workers at a Family Health Unit about the care of lesbian and bisexual women. This is a qualitative study with an ethnographic approach, using participant observation and semi-structured interviews with 15 workers, including doctors, nurses, nursing technicians, social workers, and community health agents. The narrative analysis, guided by Schütze's contributions, was grounded in social constructionism and articulated with bisexual and lesbian-feminist epistemologies. From this, three analytical cores were constructed based on the empirical material: (1) Perceptions of health needs and demands; (2) Technical, ethical, and moral challenges in care; and (3) Educational trajectories and experiences sensitive to diversity. It was from the workers' narratives that the discourse of non-difference initially prevailed; however, this positioning did not remain throughout their statements, as the workers understood that lesbian/bisexual women suffer prejudice and discrimination, require better reception and differentiated sexual education, and that within the clinics, they are understood as subjects who mobilize reflections and new practices within the logic of care. In terms of difficulties, it is noticeable how lesbian/bisexual women are identified by workers in three ways: through their performances, portraying the lesbian as a masculinized subject and the bisexual as hypersexualized; through the disruptions and disruption of the heteronormative flow that these women bring to care dynamics, marked by fear, denial, or discomfort during routine exams; and finally, through recognizing their same- sex families within their care areas. This recognition is not direct and has little influence on comprehensive care planning. Despite these barriers, movements of openness, internal tensions, and partial recognition were also identified, pointing to the possibility of transformation in practices. It is concluded that health care for lesbian and bisexual women is still hampered by structural, symbolic, and formative limitations and will only be effective and qualified when workers problematize their discourses and recognize their leading role in building a truly equitable SUS. However, possibilities for shifts and resignifications in professional practices are also evident, indicating that the recognition of diversity, the expansion of training processes and the strengthening of public policies are possible and necessary paths. | |
| dc.description.resumo | Ao longo da história, a orientação sexual lésbica e bissexual tem sido atravessada por resistências e preconceitos que moldam as vivências dessas mulheres em diversas esferas sociais, incluindo o campo da saúde. Esse contexto contribui para o apagamento de suas necessidades específicas e para a inefetividade de políticas públicas voltadas a essa população. Torna-se, assim, necessário repensar os modelos biomédicos e heteronormativos que sustentam a atenção em saúde e construir práticas mais inclusivas, capazes de reconhecer a pluralidade de experiências e identidades. Considerando o potencial transformador da Atenção Básica, especialmente no âmbito da Estratégia Saúde da Família, este estudo teve como objetivo analisar as narrativas de trabalhadoras de uma Unidade de Saúde da Família sobre o cuidado de mulheres lésbicas e bissexuais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa com aproximação etnográfica, que utilizou como técnicas a observação participante e entrevistas semiestruturadas com 15 trabalhadoras, incluindo médicas, enfermeiras, técnicas de enfermagem, assistentes sociais e agentes comunitárias de saúde. A análise narrativa, orientada pelas contribuições de Schütze, foi fundamentada no construcionismo social e articulada às epistemologias bissexuais e lésbico-feministas. A partir disso, três núcleos de análise foram construídos a partir do material empírico: (1) Percepções sobre as necessidades e demandas de saúde; (2) Desafios técnicos, éticos e morais no cuidado; e (3) trajetórias formativas e experiências sensíveis à diversidade. Foi a partir das narrativas das trabalhadoras que em uma primeira instancia é prevalente o discurso da não-diferença; entretanto, esse posicionamento não se mantem na totalidade de suas falas, já que as trabalhadoras entendem que mulheres lés/bi sofrem preconceitos e discriminações, necessitam de melhor acolhimento, educação sexual diferenciada e que dentro dos consultórios são compreendidas como sujeitas que mobilizam reflexões e novas práticas na lógica do cuidado. No campo das dificuldades é perceptível como mulheres lés/bi são identificadas pelas trabalhadoras de três maneiras: por suas performances, a lésbica como sujeita masculinizada e a bissexual hiperssexualizada; pelos desarranjos e quebra do fluxo heteronormativo que essas mulheres conferem as dinâmicas de cuidado, marcada por medo, negação ou desconforto durante exames de rotina; e por último, ao reconhecerem suas famílias homoafetivas dentro suas áreas de cuidado. Todo esse reconhecimento não se dá de maneira direta, e pouco influencia no planejamento de cuidados integrais. Apesar dessas barreiras, também foram identificados movimentos de abertura, tensões internas e reconhecimentos parciais que apontam para a possibilidade de transformação nas práticas. Conclui-se que o cuidado em saúde de mulheres lésbicas e bissexuais ainda é atravessado por limites estruturais, simbólicos e formativos e só será efetivo e qualificado quando as trabalhadoras problematizarem seus discursos e reconhecerem seu protagonismo na construção de um SUS efetivamente equânime. No entanto, também há evidências de possibilidades, deslocamentos e ressignificações nas práticas profissionais, indicando que o reconhecimento da diversidade, a ampliação dos processos formativos e o fortalecimento das políticas públicas são caminhos possíveis e necessários. | |
| dc.description.sponsorship | Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (FAPEAM), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) | |
| dc.identifier.citation | ALBUQUERQUE, Camila Freire. Narrativas de trabalhadoras/es pertencentes a uma Unidade de Saúde da Família no cuidado em saúde de mulheres lésbicas e bissexuais na cidade de Manaus, Amazonas. Dissertação. Mestado em Saúde Coletiva. UEA, Manaus, 2025 | |
| dc.identifier.uri | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/7826 | |
| dc.publisher | Universidade do Estado do Amazonas | |
| dc.publisher.initials | UEA | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva | |
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| dc.subject | Homossexualidade feminina | |
| dc.subject | Bissexualidade feminina | |
| dc.subject | Trabalhador da saúde | |
| dc.subject | Atenção Primária à Saúde | |
| dc.title | Narrativas de trabalhadoras/es pertencentes a uma Unidade de Saúde da Família no cuidado em saúde de mulheres lésbicas e bissexuais na cidade de Manaus, Amazonas | |
| dc.title.alternative | Narratives of workers at a Family Health Unit on the health care of lesbian and bisexual women in the city of Manaus, Amazonas | |
| dc.type | Dissertação |
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