Prevalência de periodontite apical em pacientes da Policlínica Odontológica da UEA
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Universidade do Estado do Amazonas
Resumo
Apical periodontitis (AP) is one of the sequelae of dental caries and periapical radiography
is an essential diagnostic tool because it offers important evidence on AP progression,
regression and persistence. Epidemiological studies of the prevalence of this disease are
scarce in the country, and this study is justified by need to obtain this data, in order to
establish preventive and therapeutic behaviors. The aims of this study were to determine
the prevalence of AP in patients of the UEA Dental Polyclinic and to analyze the
distribution of these events in relation to age, gender, dental groups and location. The
dental records were assessed and scores were assigned to the radiographs according to
the Ørstavik Periapical Index, ranging from 1 (healthy) to 5 (severe AP), where the apical
lesion was considered when the score was equal to or greater than 3. The tabulated data
and the items evaluated were compared using the Chi-square test. From a population of
237, the prevalence of AP was 40.5%, with predominance of female subjects (59%), but
not statistically significant; age also did not present an influencing factor in the presence of
apical lesions; the dental elements with highest scores were the incisors; and the maxilla
presented more cases (69%) than the mandible. The results of this study are valuable
evaluation tools and show the need to reinforce the importance of oral health with an
integral part of the health of the individual.
Descrição
A Periodontite apical (PA) é uma das sequelas da cárie dental e a radiografia periapical é
um recurso essencial no diagnóstico, porque oferece evidências importantes sobre a
progressão, regressão e persistência da PA. Estudos epidemiológicos de prevalência
desta doença são escassos no país, a realização deste estudo se deu pela necessidade
de obtenção destes dados, no intuito de estabelecer condutas preventivas e terapêuticas.
Os objetivos deste trabalho foram de determinar a prevalência de PA em pacientes da
Policlínica Odontológica da UEA e analisar a distribuição desses eventos em relação a
faixa etária, gênero, grupos dentais e localização de maior prevalência. Os prontuários
foram avaliados e às radiografias foram atribuídos escores de acordo com o Índice
Periapical de Ørstavik, avaliando o comprometimento apical, variando de 1 (saudável) a 5
(PA severa), sendo considerado presença de lesão apical escore igual ou maior que 3. Os
dados tabulados e os itens avaliados foram comparados através do teste Qui-quadrado. A
prevalência de PA foi de 40,5%, avaliada em uma amostra de 237 pacientes, em que
houve um predomínio de indivíduos do sexo feminino (59%), sem diferença significativa
entre homens e mulheres; a idade também não se apresentou como fator influenciador na
presença de lesões apicais; os elementos dentais que receberam maior atribuição de
escores com comprometimento apical foram os incisivos; e a maxila apresentou mais
casos (69%) do que a mandíbula. Os resultados deste estudo constituem valiosos
instrumentos de avaliação e mostram a necessidade de reforçar a importância da saúde
oral com parte integrante da saúde do indivíduo.
