A produção de farinha de mandioca como estratégia de soberania alimentar: um estudo de caso da comunidade do Maranhão em Parintins/AM.
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Universidade do Estado do Amazonas
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This article discusses Food Sovereignty through the production, consumption, Commercialization and exchange of cassava flour used as the strategic food of the Community of Maranhão, INCRA settlement, in Parintins. Cassava flour is Our object of study by which we will unveil your organization at various times as Part of the food sovereignty of this community. This reality is notorious in a municipality that Has suffered for some time from the shortage of this food and that it needs to import large Part of other municipalities, especially in the state of Pará. There is no food crisis. The availability of this food is annual among families Peasants who use the "bread of the tropics", flour is part of the resistance to Homogeneity of modern food loaded with agrochemicals and diseases. Feeding It is life, it is culture, it is resistance. On the other hand it may mean the opposite of all, when The balance between social, cultural and market relations is sought. THE Macroeconomics acts and interferes in a meaningful way in the life of the communities throughout the Globe and in the community of Maranhão is no different. Differentiated is the way to face these Changes. Community members seek independence by defining production strategies, Exchange and commercialization, that is, in doing so they reproduce their own way of life. Beyond Addition, the 'bread of the tropics' referred to is an inheritance of our ancestors and has Important in the regional food and also of the parintinense people. However, this food Is still marginalized in relation to others, as there are few studies on flour and its Relationship with the food sovereignty of the Amazonian peoples. In this way, the objective of this Work is to know the process of organizing the production, marketing and exchange of Manioc flour, verifying the strategies for food sovereignty of the community of the Maranhão
Descrição
Este artigo discute sobre a Soberania Alimentar por meio da produção, consumo,
comercialização e troca da farinha de mandioca utilizada como alimento estratégico da
comunidade do Maranhão, assentamento INCRA, em Parintins. A farinha de mandioca é
nosso objeto de estudo pela qual desvelaremos sua organização em diversos momentos como
parte da soberania alimentar desta comunidade. Essa realidade é notória em um município que
sofre há algum tempo com o desabastecimento desse alimento e que precisa importar grande
parte de outros municípios, sobre tudo do Estado do Pará. Entretanto na referida comunidade
não existe crise alimentar. A disponibilidade desse alimento é anual entre as famílias
camponesas que se utilizam do “pão dos trópicos”, a farinha faz parte da resistência frente à
homogeneidade da alimentação moderna carregada de agrotóxicos e de doenças. Alimentação
é vida, é cultura, é resistência. Por outro lado pode significar o oposto disso tudo, quando não
se procura o ponto de equilíbrio entre as relações sociais, culturais e de mercado. A
macroeconomia atua e interfere de maneira significativa na vida das comunidades em todo o
globo e, na comunidade do maranhão não é diferente. Diferenciada é maneira de encarar essas
mudanças. Os comunitários procuram a Independência definindo estratégias de produção,
troca e comercialização, ou seja, ao fazê-lo reproduzem seu próprio modo de vida. Além
disso, o ‘pão dos trópicos’ referido é herança dos nossos antepassados e tornou-se item
importante na alimentação regional e também do povo parintinense. Entretanto, esse alimento
ainda é marginalizado em relação a outros, pois existem poucos estudos sobre a farinha e sua
relação com a soberania alimentar dos povos amazônicos. Dessa maneira, o objetivo desse
trabalho é conhecer o processo de organização da produção, comercialização e troca de
farinha de mandioca, verificando as estratégias para a soberania alimentar da comunidade do
maranhão.
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