Uberização: análise sobre as dinâmicas de trabalho em plataformas digitais

dc.contributor.advisorMedina, Marcia Cristina Nery da Fonseca Rocha
dc.contributor.authorSilva, Kennedy Cortez da
dc.contributor.refereeSantos, Adelson Silva dos
dc.contributor.refereeSá, Emerson Victor Hugo Costa de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1531226788986851pt_BR
dc.date.accessioned2024-06-19T19:25:11Z
dc.date.accessioned2024-09-06T17:53:33Z
dc.date.available2024-06-14
dc.date.available2024-06-19T19:25:11Z
dc.date.issued2024-02-07
dc.description.abstractThe article seeks to bring the reader, from an analytical perspective, reflections on the uberization of work as a form of worker exploitation. We are guided by the thesis that the transfiguration of the platform worker into an "entrepreneur" of himself, takes away the rights that are due to him while imposing obligations that would only be due to an employee. The first part analyzes the profile of transport application workers, in order to understand the reasons why they submit to subordinate self-management. The second criticizes the view that uberization is a totally positive innovation, demonstrating that it is actually a negative business modal for the platform worker. Finally, the last part of the article aims to address the debate about the existence or non-existence of an employment relationship between the platforms controlling the workforce and these on-demand service platform workers, often called “partners”. Although uberization has been presented as a solution to large-scale unemployment in many countries, we can see that it is nothing more than a form of management and control of the workforce, consolidating on-demand work.pt_BR
dc.description.resumoO artigo busca trazer ao leitor, a partir de uma perspectiva analítica, reflexões sobre a uberização do trabalho como forma de exploração do trabalhador. Nos orientamos pela tese que a transfiguração do trabalhador de plataforma em "empreendedor" de si próprio, tira dele os direitos que lhe são devidos ao passo em que lhe impõe obrigações que só seriam devidas a um empregado. A primeira parte analisa o perfil dos trabalhadores de aplicativo de transporte, a fim de compreender os motivos pelos quais se submetem ao autogerenciamento subordinado. A segunda critica a visão de que a uberização é uma inovação totalmente positiva, demonstrando que em verdade se trata de um modal de negócios negativo para o trabalhador de plataforma. Por fim, a última parte do artigo visa abordar o debate acerca da existência ou inexistência de vínculo empregatício entre as plataformas controladoras da mão de obra e esses trabalhadores de plataforma de serviço por demanda, muitas vezes chamados de “parceiros”. Apesar de a uberização ter sido apresentada como uma solução ao desemprego em larga escala em muitos países, podemos observar que esta não passa de uma forma de gestão e controle da força de trabalho, consolidando o trabalho sob demanda.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.uea.edu.br/handle/riuea/2700
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade do Estado do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUEApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectuberizaçãopt_BR
dc.subjectuberizationpt_BR
dc.subjectinformalizaçãopt_BR
dc.subjectinformalizationpt_BR
dc.subjectdireitospt_BR
dc.subjectrightspt_BR
dc.subjectexploraçãopt_BR
dc.subjectexploitationpt_BR
dc.subjecttrabalhopt_BR
dc.subjectworkpt_BR
dc.subject.cnpqDireitopt_BR
dc.titleUberização: análise sobre as dinâmicas de trabalho em plataformas digitaispt_BR
dc.title.alternativeUberization: Analysis of work dynamics on digital platformspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR

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