As concepções de professores de uma escola pública sobre o uso das tics no ensino de química

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade do Estado do Amazonas

Resumo

In view of the massification of Information and Communication Technology - ICT in contemporary society, it is imperative that the school employ these tools in favor of student learning. The purpose of this article is to diagnose to what extent a public school employs the ICT to teach Chemistry. A case study was conducted in a public school with three chemistry teachers. Two categories emerged through the Textual Discursive Analysis, indicating the extent that public schools employ computational tools in Chemistry teaching. The results indicate that the implementation of computer labs with access to broadband were the most concrete changes occurred in the school context. Keywords: ICT. Chemestry teaching. Digital native.

Descrição

Citação

ALMEIDA, M. E. B.; VALENTE, J. A. Tecnologias e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? São Paulo: Paulus, 2011. ARANHA, M. L. A. História da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1996. BIANCHETTI, L. Da chave de fenda ao laptop: tecnologia digital e novas qualificações: desafios à educação. Florianópolis: Editora Vozes, 2001. CHARTIER, R. Os livros resistirão às tecnologias digitais. Revista Nova Escola. São Paulo, v.22, n.201, p. 22-26, ago. 2007. EICHLER, M.; DEL PINO, J. C. Computadores em educação química: estrutura atômica e tabela periódica. Química Nova, São Paulo, v.23, n.6, p. 835-840, nov./dez. 2000. FAGUNDES, L. C. Tecnologia e educação: a diferença entre inovar e sofisticar as práticas tradicionais. Revista Fonte, Belo Horizonte, v.5, n.8, p. 6-14, dez. 2008. FERREIRA, V. F. As tecnologias interativas no ensino. Química Nova, São Paulo, Revista Amazônica de Ensino de Ciências | ISSN: 1984-7505 ARTIGO 192 ARETÉ | Manaus | v.10 | n.22 | p.179-193 | jan-jun | 2017 v.21, n.6, p. 780-6, nov./dez., 1998. FRANCO, M. A. Ensaio sobre as tecnologias digitais da inteligência. Campinas, SP: Papirus, 1997. GARDNER, H. É difícil fazer o certo se isso contraria nossos interesses. Revista Nova Escola. São Paulo, v.24, n.226, p. 38-42, out. 2009. GIORDAN, M. Análise e reflexões sobre os artigos de educação em Química e multimídia publicados entre 2005 e 2014. Química Nova na Escola, São Paulo, v.37, n. especial 2, p. 154-160, dez. 2015. GIORDAN, M.; GÓIS, J. Telemática educacional e ensino de química: considerações sobre um construtor de objetos moleculares. Linhas Críticas, Brasília, v.11, n.21, p. 285-301, jul./dez. 2005. GOERGEN, P. Ciência, sociedade e universidade. Educação & Sociedade, Campinas, v.19, n.63, p. 1-11, ago. 1998. HOUAISS, A.; VILLAR, M. S; FRANCO, F. M. M. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. KRASILCHIK, M. Reformas e Realidade: o caso do ensino de ciências. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.14, n.1, p. 85-93, jan./mar. 2000. LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999. LOUREIRO, C. B.; LOPES, M. C. Tecnologias da informação e comunicação na educação: outras formas de condução das condutas. In: Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED, 35, 2012. Anais...Porto de Galinhas: ANPED, 2012. p. 1-16. LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? In: MORAES, M. C. (org.). Educação a distância: fundamentos e práticas. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2002. p. 1-12. MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise textual discursiva. 2 ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011. MORAN, J. M. Como utilizar a internet na educação. Revista Ciência da Informação, Brasília, v.26, n.2, p. 146-153, maio/ago. 1997. NEGROPONTE, N. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. NETO, A. S. A.; RAUPP, D; MOREIRA, A. M. A evolução histórica da linguagem representacional química: uma interpretação baseada na teoria dos campos conceituais. Encontro Nacional de Pesquisadores em Educação em Ciências - ENPEC. 7, 2009. Anais... Florianópolis: Abrapec, 2009. OLIVEIRA, S. R.; GOUVEIA, V. P.; QUADROS, A. L. Uma reflexão sobre aprendizagem escolar e o uso do conceito de solubilidade/miscibilidade em situações do cotidiano: concepções dos estudantes. Química Nova na Escola, São Paulo, v.31 n.1, p. 23-30, fev. 2009. Revista Amazônica de Ensino de Ciências | ISSN: 1984-7505 ARTIGO 193 ARETÉ | Manaus | v.10 | n.22 | p.179-193 | jan-jun | 2017 POZO, J. I.; CRESPO, M. Á. G. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. PRENSKY, M. Digital natives, digital immigrants. MCB University Press, Horizon, v.9, n.5, out. 2001. RAUPP, D. T. Um estudo de caso sobre a compreensão de conceitos químicos mediante visualização de representações computacionais 3D utilizando o referencial de campos conceituais. Canoas, 2010. 107f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática) – Universidade Luterana do Brasil, 2010. RIBEIRO, M. E. M.; RAMOS, M. G. Grupos colaborativos como estratégia de aprendizagem em aulas de química. Acta Scientiae, Canoas, v.14, n.3, p. 456-471, set./dez. 2012. SCHLEMMER, E. O trabalho do professor e as novas tecnologias. Revista Textual. Porto Alegre, v.1, n.8, p. 33-42, set. 2006. WERTHEIN, J. A sociedade da informação e seus desafios. Ciência da Informação, Brasília, v.29, n.2, p. 71-7, maio/ago. 2000. WELLS, G. Indagación dialógica: hacia una teoría y una práctica socioculturales de la educación. Barcelona: Paidós, 2001. WU, H.; SHAH, P. Exploring visuospatial thinking in chemistry learning. Science Education, v.88, n.3, p. 465-492, abr. 2004.

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por

Licença Creative Commons

Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Acesso Aberto