Saúde mental e trabalho: estresse em trabalhadores da saúde na cidade de Manaus
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Universidade do Estado do Amazonas
Resumo
Occupational stress reaches large numbers of workers with serious consequences,
particularly cardiovascular diseases and mental disorders. Health professionals have
as their object the life and great responsibility in caring for vulnerable people,
demanding agility and decision in setting priorities in emergency situations, being
subjected to stress loads. Therefore the article purpouses to analyze the prevalence of
stress in public health workers in Manaus. Quantitative, cross-sectional study, based
on empirical study, using the Lipp´s Stress Symptom Inventory for Adults. The sample
consisted of 679 workers, mean age 40 (SD + 10.53), 74.4% women and 48.7% with
high school degree. Approximately 46% had symptoms consistent with stress, and
34% in the resistance phase. Women and workers who reported no physical activity or
any hobbies were more likely to develop stress-related symptoms, with significant
association. The study showed the importance of increasing awareness of the issue
and encourages the implementation of collective measures to reduce risks, such as
physical exercise practice or hobbies, which demonstrated positive impact in the
worker´s mental health.
Key words: Epidemiology, Occupational Stress, Occupational Health, Health
Personnel.
Descrição
O estresse ocupacional atinge grande número de trabalhadores com graves
consequências, principalmente doenças cardiovasculares e transtornos mentais. Os
profissionais de saúde tem como objeto a vida e grande responsabilidade no cuidar de
pessoas fragilizadas, demandando agilidade e decisão na definição de prioridades em
situações emergência, estando submetidos a cargas de estresse. Desse modo o artigo
se propõe a analisar a prevalência do estresse em trabalhadores da saúde pública de
Manaus. Pesquisa quantitativa, transversal, com base em estudo empírico, utilizando o
Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp. A amostra foi composta por
679 trabalhadores, com média de 40 anos de idade (DP+10,53), 74,4% mulheres e
48,7% com escolaridade de nível médio. Aproximadamente 46% apresentaram
sintomas compatíveis com estresse, sendo 34% na fase de resistência. As mulheres e
os trabalhadores que referiram não praticar atividade física ou algum hobby
apresentaram maiores chances de desenvolver sintomas relacionados ao estresse,
com associação significativa. O estudo apresentou a importância de ampliar o
conhecimento sobre o tema e fomentar a implantação de medidas coletivas de
redução de riscos, tais como a prática de exercício físicos ou hobbys, que
demonstraram efeito positivo na saúde mental do trabalhador
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