A saúde mental materna no SUS: uma análise da construção de uma agenda de cuidados
| dc.contributor.advisor | Pontes, Munique Therense Costa de Morais | |
| dc.contributor.advisor-lattes | http://lattes.cnpq.br/8420017702244546 | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Jéssica Magaly da Silva | |
| dc.contributor.author-lattes | http://lattes.cnpq.br/1632605383736159 | |
| dc.contributor.referee1 | Pontes, Munique Therense Costa de Morais | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8420017702244546 | |
| dc.contributor.referee2 | Nina, Socorro de Fátima Moraes | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/3860447010896288 | |
| dc.contributor.referee3 | Leitão, Consuelena Lopes | |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/6269837680965021 | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-13T16:43:32Z | |
| dc.date.issued | 2024-09-16 | |
| dc.description.abstract | The social construction of motherhood as an essentially feminine function contributes to the feeling of guilt and burden in women-mothers, due to the idea that motherhood is free from difficulties or an essentially feminine skill. This study aimed to analyze the mental health of women-mothers in the documents of the Unified Health System (SUS) as an agenda of interest for the SUS, for women in order to understand how they are thought of and who the women are that covers the policies of health. The research adopted a qualitative approach, using the Documentary Ethnography methodology, which involves the analysis of official documents to understand how they articulate access and guarantee of rights for pregnant women and mothers. The results reveal that the social construction of motherhood, often seen as an exclusively feminine function, it contributes to feelings of guilt and overload in women-mothers. Analysis of the documents shows that maternal mental health policies are still fragmented and often do not meet the real needs of these women. The research focused on important documents on women's health and mental health, establishing a relational analysis between them to deepen the debate on these issues. The results show that, despite the creation of PAISM in 1983 and PNAISM in 2004, which sought to expand the perspective of women's health, there is still a gap in relation to maternal mental health in the SUS. There is a lack of space for discussions about the emotional and psychological challenges experienced by women during motherhood. The overload of tasks resulting from the accumulation of social roles by contemporary women generates physical and psychological suffering, being more common in women with children. More discussions and specific public policies are needed that recognize and embrace the emotional challenges experienced by women-mothers within the scope of the SUS. | |
| dc.description.resumo | A construção social da maternidade como uma função essencialmente feminina contribui para o sentimento de culpa e sobrecarga nas mulheres-mães, devido à ideia de que a maternidade é isenta de dificuldades ou uma habilidade essencialmente feminina. Este estudo tinha como objetivo analisar a saúde mental das mulheres-mães nos documentos do Sistema Únic de Saúde (SUS) como pauta de interesse para o SUS, para as mulheres a fim de compreender como são pensadas e quem são as mulheres que abrange as políticas de saúde. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, utilizando a metodologia da Etnografia Documental, que envolve a análise de documentos oficiais para entender como eles articulam o acesso e a garantia de direitos para gestantes e mães.Os resultados revelam que a construção social da maternidade, frequentemente vista como uma função exclusivamente feminina, contribui para sentimentos de culpa e sobrecarga nas mulheres-mães. A análise dos documentos mostra que as políticas de saúde mental materna ainda são fragmentadas e muitas vezes não atendem às necessidades reais dessas mulheres. A pesquisa concentrou-se em documentos importantes sobre saúde da mulher e saúde mental, estabelecendo uma análise relacional entre eles para aprofundar o debate sobre essas questões. Os resultados mostram que, apesar da criação do PAISM em 1983 e da PNAISM em 2004, que buscaram ampliar a perspectiva da saúde da mulher, ainda existe uma lacuna em relação à saúde mental materna no SUS. Falta espaço para discussões sobre os desafios emocionais e psíquicos vivenciados pelas mulheres durante a maternidade. A sobrecarga de tarefas decorrente da acumulação de papéis sociais pelas mulheres contemporâneas gera sofrimento físico e psíquico, sendo mais recorrente em mulheres com filhos. São necessárias mais discussões e políticas públicas específicas que reconheçam e acolham os desafios emocionais vivenciados pelas mulheres-mães no âmbito do SUS | |
| dc.description.sponsorship | FAPEAM - Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas; CAPES -Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; CNPq -Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico | |
| dc.identifier.citation | FERREIRA, Jéssica Magaly da Silva. A saúde mental materna no SUS: uma análise da construção de uma agenda de cuidados. Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado). Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, 2024. | |
| dc.identifier.uri | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/7157 | |
| dc.publisher | Universidade do Estado do Amazonas | |
| dc.publisher.initials | UEA | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva | |
| dc.relation.references | ALMEIDA, Suzana Oliveira de. Ação, espaço público e memória na perspectiva de Hannah Arendt. Griot : Revista de Filosofia, Amargosa – BA, v.22 n.3, p.55-62, outubro, 2022. ALVARENGA, Patrícia et al. Impacto da saúde mental materna na interação mãe-bebê e seus efeitos sobre o desenvolvimento infantil. Psico, v. 49, n. 3, p. 317-327, 2018. ARRUZZA, Cinzia; BATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy. Feminismo para os 99%: um manifesto. São Paulo: Boitempo, 2019. AZEVEDO, K.; ARRAIS, A. R. O Mito da mãe exclusiva e seu impacto na depressão pós- parto. Psicologia: Reflexão e Crítica. Porto Alegre, v. 19, n. 2, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/prc/a/GS9STNVGFxTFh3qTFZJYv4Q/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 29 dez 2021. BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 1985. BANDEIRA, Lourdes. Fortalecimento da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres: avançar na transversalidade da perspectiva de gênero nas políticas públicas. Convênio Comissão Econômica para América Latina e Caribe–CEPAL, Secretaria Especial de Política para as Mulheres–SPM UnB, Brasília, 2005. BARROS, A. L. O.; BARROS, A. O.; BARROS, G. L. M.; SANTOS, M. T. B. R. Sobrecarga dos cuidadores de crianças e adolescentes com Síndrome de Down. Revista Ciência & Saúde Coletiva, Aracaju, v. 22, n. 11, 2017. Acesso em: 03/03/2023 BERNARDES, Ruane; LOURES, Amanda Freitas.; Andrade, Barbara Batista Silveira. A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher. Revista Mosaico, v. 10 n. 2Sup (2019) Jul./Dez. Disponível em: http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RM/article/view/1956/1342. Acesso em 15 jan 2022. BOURGUIGNON, Ana Maria ; GRISOTTI, Marcia. A humanização do parto e nascimento no Brasil nas trajetórias de suas pesquisadoras. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 27, n. 2, p. 485–502, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-59702020000200010. Acesso em: 09 de março de 2024. BOURGUIGNON, Ana Maria e GRISOTTI, Marcia. Concepções sobre humanização do parto e nascimento nas teses e dissertações brasileiras. Pesquisa financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Saúde e Sociedade [online]. 2018, v. 27, n. 4 [Acessado 12 Julho 2024] , pp. 1230-1245. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0104-12902018170489>. ISSN 1984-0470. https://doi.org/10.1590/S0104-12902018170489. BRAUN, Virginia.; CLARKE, Victoria. Using thematic analysis in psychology. Qualitative Research in Psychology, v. 3, n. 2, p. 77-101, 2006. BRAVO, Maria Inês Souza; PELAEZ, Elaine Junger; DE MENEZES, Juliana Souza Bravo. A Saúde nos governos Temer e Bolsonaro: Lutas e resistências. SER Social, [S. l.], v. 22, n. 46, 104 p. 191–209, 2020. DOI: 10.26512/ser_social.v22i46.25630. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social/article/view/25630. BRÜGGEMANN, Odaléa Maria, PARPINELLI, Mary Angela ; OSIS, Maria José Duarte. Evidências sobre o suporte durante o trabalho de parto/parto: uma revisão da literatura. Cadernos de Saúde Pública, v. 21, n. 5, p. 1316–1327, 2005. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2005000500003. Acesso em 10 de Jun de 2024. BUTLER, Judith. Corpos que importam: os limites discursivos do" sexo". n-1 edições, 2019. CELLARD, A. A Análise Documental. In: POUPART, J. et al. (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. CESTARI, Virna Ribeiro Feitosa, FLORÊNCIO, Raquel Sampaio; PESSOA, Vera Lúcia Mendes de Paula. Vulnerabilidade em saúde, educação e liberdade: reflexão à luz de Hannah Arendt. Escola Anna Nery, v. 26, p. e20210207, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2021-0207 CORREIA, Maria de Jesus. et al. A psicologia na saúde da mulher e da criança: Intervenções, práticas e contextos numa maternidade.1ª edição, Lisboa: Placebo, Editora LDA, 2012. CORREIA, Maria de Jesus. Sobre a maternidade. Análise Psicológica, 1998, 365-371. COSTA, Ana Maria. Participação social na conquista das políticas de saúde para mulheres no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva [online]. 2009, v. 14, n. 4 [Acessado 22 Dezembro 2021] , pp. 1073-1083. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-81232009000400014. COSTA, Tonia et al. Naturalização e medicalização do corpo feminino: o controle social por meio da reprodução. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2006, v. 10, n. 20 [Acessado 15 Novembro 2022] , pp. 363-380. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S1414- 32832006000200007>. Epub 09 Ago 2007. ISSN 1807-5762. CRUZ, Márcia Cristiane Carvalho. O conceito de cuidado à saúde. 2009. Ufba. Disponível em: http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10398. Acesso em: 10 de jan de 2023. CUNHA, Brunna Tavares da. Violência obstétrica: enfrentamentos via um estudo comparativo das Cadernetas da Gestante do SUS. DA SILVA, Adson Manoel Bulhões; TORRES, Iraildes Caldas. PARA UMA FENOMENOLOGIA DA ALMA FEMININA: O PROTAGONISMO E A VISIBILIDADE DA MULHER. Somanlu: Revista de Estudos Amazônicos, v. 19, n. 1, 2019. DA SILVA, Ana Luiza Miranda et al. Os impactos no pré-natal e na saúde mental de gestantes durante a pandemia de COVID-19: uma revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Científico, v. 34, p. e8633-e8633, 2021. DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016. DE MAURO RUCOVSKY, Martín. Corpos em cena: materialidade e corpo sexuado em Judith Butler e Paul B. Preciado. 2024. DELFINO, Cristiane Cordeiro da Silva. Atenção integral à saúde da mulher: um olhar sobre processo interseccional de gênero e raça. 2019. 106 f. Dissertação (Mestrado em Política Social) 105 -Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2019. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/23469. Acesso em: 10/03/2023. DESLANDES, Suely F. Análise do discurso oficial sobre a humanização da assistência hospitalar. Ciência & Saúde Coletiva, v. 9, p. 7-14, 2004. DINIZ, Carmen Simone Grilo. Humanização da assistência ao parto no Brasil: os muitos sentidos de um movimento. Ciência & Saúde Coletiva, v. 10, n. 3, p. 627–637, 2005. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-81232005000300019. Acesso em: 09 de março de 2024. DINIZ, Carmen Simone Grilo. Humanização da assistência ao parto no Brasil: os muitos sentidos de um movimento. Ciência & Saúde Coletiva, v. 10, n. 3, p. 627–637, 2005. DOS SANTOS FIGUEIREDO, Letícia Marlene; PIMENTEL, Adelma. Saúde Mental Materna e suas Representações no Instagram da Campanha Maio Furta-cor. Revista Científica Gênero na Amazônia, v. 22, n. 2, p. 45-58, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/generoamazonia/article/view/13481 . Acesso em: 10/03/2023. FARIAS, Lídia; MONTEIRO, Taís. A identidade adquirida nas redes sociais através do conceito de persona. XIX Prêmio Expocom, 2012. FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: Mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Editora Elefante, 2017. FEDERICI, Silvia. O ponto zero da revolução – Trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. Tradução de Coletivo Sycorax. São Paulo: Editora Elefante, 2019. FERNANDES, Rhuann. “Psicologizando a sociedade”: as ciências psi e a perspectiva moderna do eu: “Psychologizing Society”: the psi sciences and the modern perspective of self. Simbiótica. Revista Eletrônica, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 82–105, 2023. DOI: 10.47456/simbitica.v10i1.38475. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/simbiotica/article/view/38475. Acesso em: 29 jul. 2024. FERREIRA, Letícia; LOWENKRON, Laura. Etnografia de documentos: pesquisas antropológicas entre papéis, carimbos e burocracias, Rio de Janeiro: E-papers, 2020. FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. 3 - ed. Edições Loyola, São Paulo, 1996. FOUCAULT, Michel. História da Loucura: na idade clássica. 8. ed. São Paulo: Perspectiva, 2014. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: As confissões da carne (Vol. 4). Editora Paz e Terra, 2020. GALVÃO, Lize Borges. Mãe solteira não. Mãe solo! Considerações sobre maternidade, conjugalidade e sobrecarga feminina. Revista Direito e Sexualidade, v. 1, n. 1, 2020. GARCIA, Bruna Carolina e MARCONDES, Glaucia dos Santos. As desigualdades da reprodução: homens e mulheres no trabalho doméstico não remunerado. Revista Brasileira de Estudos de População [online]. 2022, v. 39 [Acessado 02 Novembro 2022], e0204. Disponível em: <https://doi.org/10.20947/S0102-3098a0204>. E-pub 13 maio 2022. 106 GONÇALVES, Renata; ABREU, Suellen. Do plano nacional de políticas para as mulheres ao machistério de Temer. Revista de Políticas Públicas, v. 22, n. 2, p. 753-771, 2018. GONZAGA, Ana Carolina Magalhães; DO COUTO, Dilnéia Rochana Tavares. A dicotomia público/privado em Hannah Arendt e Jürgen Habermas: Interações e reflexões a luz da teoria crítica contemporânea. Complexitas–Revista Interdisciplinar de Estudos Fenomenológicos e Hermenêuticos, v. 2, n. 2, p. 18-33, 2019. GUERRA, Maria João et al. Promoção da saúde mental na gravidez e no pós-parto. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, v. 1, p. 117-124, 2014. HACKING, Ian. Kinds of people: Moving targets.. Oxford University Press Inc., 2007. HEILBORN, Maria Luiza et al. Gravidez na adolescência e sexualidade: uma conversa franca com educadores e educadora. 2008. HILLESHEIM, Betina et al . Saúde da mulher e práticas de governo no campo das políticas HIRATA, Helena; KERGOAT, Danièle Novas configurações da divisão sexual do trabalho. Cadernos de Pesquisa, v.37, n.132, p.595-609, set.-dez. 2007. HIRATA, Helena; KERGOAT, Danièle. Nova Divisão Sexual do Trabalho? um olhar voltado para a empresa e a sociedade. São Paulo: Boitempo, 2003. HIRSCH, Olivia. N. O parto “natural” e “humanizado” na visão de mulheres de camadas médias e populares no Rio de Janeiro. Civitas: revista de Ciências Sociais, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 229–249, 2015. DOI: 10.15448/1984-7289.2015.2.17933. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/17933. Acesso em: 25 jun. 2024. HOOKS, Bell. Teoria feminista: da margem ao centro. São Paulo: Perspectiva, 2019. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA [IBGE] (2014). Estatísticas de Gênero: uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010. https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv88941.pdf. IURCONVITE, Adriano dos Santos. A Evolução Histórica dos Direitos Sociais: da Constituição do Império à Constituição Cidadã. Disponível em: http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7 417. Acesso em: 01/03/2023 JESUS, Carla Mariana Sousa de; JUCÁ, Vládia Jamile dos Santos; BARBOSA, Adilane dos Santos. Maternidade, sofrimento psíquico e redes sociais. Revista EPOS: genealogias, subjetivações e violências, Rio de Janeiro, v. 5, n. 2, p. 191-193, jul./dez. 2014. JUNIOR, Mariano Chinaia; DE ESTON ARMOND, Jane; JULIANO, Yara. Humanização no serviço público de saúde: percepção da qualidade da assistência materno-infantil por usuárias de Unidades Básicas de Saúde. Saúde Coletiva, v. 8, n. 50, p. 103-108, 2011. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/842/84217984002.pdf. Acesso em: 06 de março de 2024. LEANDRO-FERREIRA, M. C. Da ambiguidade ao equívoco: a resistência da língua nos limites da sintaxe e do discurso. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000. 107 Leite, Tatiana Henriques et al. Desrespeitos e abusos, maus tratos e violência obstétrica: um desafio para a epidemiologia e a saúde pública no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v. 27, n. 02, 2022. [Acessado 24 Junho 2024], pp. 483-491. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1413-81232022272.38592020>. ISSN 1678-4561. https://doi.org/10.1590/1413-81232022272.38592020. LEMOS, Flavia Cristina Silveira ; CARDOSO JÚNIOR, Hélio Rebello. A genealogia em Foucault: uma trajetoria. Psicologia & Sociedade, v. 21, n. 3, p. 353–357, 2009. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000300008. MACHADO, J. S. DE A.; PENNA, C. M. DE M.; CALEIRO, R. C. L.. Cinderela de sapatinho quebrado: maternidade, não maternidade e maternagem nas histórias contadas pelas mulheres. Saúde em Debate, v. 43, n. Saúde debate, 2019 43(123), out. 2019. MACHADO, Maria de Fátima Antero Sousa, MONTEIRO, Estela Maria Leite Meirelles; QUEIROZ, Danielle Teixeira. Integralidade, formação de saúde, educação em saúde e as propostas do SUS: uma revisão conceitual. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. Ciênc. saúde coletiva, 2007 12(2), p. 335–342, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413- 81232007000200009. Acesso em: 07/03/2023. MANSUR, L.H.B. Experiências de mulheres sem filhos: a mulher singular no plural. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 23, n.4, 2003, p. 2-11. MARIANO, Silvana Aparecida; CARLOTO, Cássia Maria. "Gênero e combate à pobreza no Programa Bolsa Família". In: BONNETI, A. L.; ABREU, M. A. (org.). Faces da desigualdade de gênero e raça no Brasil Brasília: Ipea, 2011. MARIANO, Silvana Aparecida; CARLOTO, Cássia Maria. Aspectos diferenciais da inserção de mulheres negras no Programa Bolsa Família. Sociedade e Estado, v. 28, n. Soc. estado., 2013 28(2), 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-69922013000200011. MARQUES, Luzilene de Carvalho et al. Saúde mental materna: rastreando os riscos causadores da depressão pós-parto. 2016. MATTAR, Laura Davis; DINIZ, Carmen Simone Grilo. Hierarquias reprodutivas: maternidade e desigualdades no exercício de direitos humanos pelas mulheres. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 16, n. 40, p. 107-120, 2012. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/icse/v16n40/aop0212.pdf. Acesso em: 03/03/2023 MENDES, Ana Vilela; LOUREIRO, Sonia Regina; CRIPPA, José Alexandre S. Depressão materna e a saúde mental de escolares. Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo), v. 35, p. 178-186, 2008. MESQUITA, Cecília Chagas de. Saúde da mulher e redemocratização: ideias e atores políticos na história do PAISM. 2010. 157 f. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e da Saúde) - Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2010. MINAYO, M. C. S. Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Rio de Janeiro, 2014. 108 MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002. Programa Humanização do Parto. Humanização no pré-natal e nascimento. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/parto.pdf. Acessado em: 15/12/2022. MISSAGGIA, Juliana. Ética do cuidado: duas formulações e suas objeções. Blogs de Ciência da Universidade Estadual de Campinas: Mulheres na Filosofia, v. 6, n. 3, p. 55-67, 2020. MORAES, Marcos Vinicius Malheiros. 2018. "Genealogia - Michel Foucault". In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia. Disponível em: <http://ea.fflch.usp.br/conceito/genealogia-michel-foucault> MOREIRA, Lisandra Espíndula ; NARDI, Henrique Caetano. Mãe é tudo igual? Enunciados produzindo maternidade(s) contemporânea(s). Revista Estudos Feministas, v. 17, n. Rev. Estud. Fem., 2009 17(2), 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/zVjmyrs7XY6WrJNtbB66PnM/?lang=pt#. MOREIRA, Maria de Fátima, NÓBREGA, Maria Miriam Lima da ; SILVA, Maria Iracema Tabosa da. Comunicação escrita: contribuição para a elaboração de material educativo em saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 56, n. 2, p. 184–188, 2003. MOURA, Solange Maria Sobottka Rolim de ; ARAÚJO, Maria de Fátima. A maternidade na história e a história dos cuidados maternos. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 24, n. Psicol. cienc. prof., 2004 24(1), p. 44–55, 2004. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1414- 98932004000100006. Acesso em: 03/03/2023. NICIDA, Lucia Regina de Azevedo et al. Medicalização do parto: os sentidos atribuídos pela literatura de assistência ao parto no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, p. 4531-4546, 2020. NUNES, Silvia Alexim. Afinal, o que querem as mulheres? Maternidade e mal-estar. Psicologia Clínica, v. 23, n. Psicol. clin., 2011 23(2), p. 101–115, 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-56652011000200007. Acesso em: 03/03/2023. OLIVEIRA, M. R. Desigualdade de gênero e políticas públicas de saúde: desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Políticas Públicas, v. 10, n. 2, p. 45-60, 2020. OLIVEIRA, Maria Helena Barros de et al. Direitos humanos e saúde: construindo caminhos, viabilizando rumos. In: Direitos humanos e saúde: construindo caminhos, viabilizando rumos. 2017. p. 332-332. OMS – Organização Mundial DA Saúde. (2014). Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde. OSIS, Maria José Martins Duarte. Paism: um marco na abordagem da saúde reprodutiva no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 14, n. Cad. Saúde Pública, 1998 14 suppl 1, p. S25– OXFAM. Relatório sobre nós e a desigualdade "tempo de cuidar". Fórum Econômico Mundial de 2020, Davos. [documento da Internet]. 2020 Jan. Acessado em 15 de Mar. De 2024. Disponível em: https://oxfam.org.br/justica-social-e-economica/forum-economico-de- davos/tempo-de-cuidar 109 PEDROSA, Michele. Atenção integral à saúde da mulher: desafios para implementação na prática assistencial. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 1, n. 3, p. 72- 80, 2005. PEIXOTO, Valdenízia Bento; SALVADOR, Evilásio; BIANCHETTI, Ana Luiza Rosenbaum. Direitos sexuais e reprodutivos: políticas e orçamentos nos governos Temer e Bolsonaro. Argumentum, v. 15, n. 1, p. 23-37, 2023. POLICARPO, Aryanne Gabrielle et al. Humanização no parto e nascimento: caminhos e estratégias de cuidado de um serviço referência em humanização. 2021. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/38304. Acesso em: 09 de março de 2024. PORCHAT, Patrícia. Um corpo para Judith Butler. Periódicus, Salvador, v. 1, n. 3, p. 37-51, 2015. RAPOPORT, Andrea; PICCININI, Cesar Augusto. Maternidade e situações estressantes no primeiro ano de vida do bebê. Psico-Usf, v. 16, p. 215-225, 2011 REGO, Walquíria Leão; PINZANI, Alessandro. Vozes do Bolsa Família: autonomia, dinheiro e cidadania. São Paulo: Editora Unesp, 2013. RIBEIRO, Flavia Gripp. Mães estudantes: desafios da maternidade e da permanência na Universidade enfrentados pelas alunas do Curso de Serviço Social da UnB. 2017. Orientadora: Camila Potyara Pereira. 2016. 63f. Monografia (Bacharelado em Serviço Social), departamento de serviço social, Universidade de Brasília, Brasília. 2016. Disponível em: https://bdm.unb.br/bitstream/10483/17382/1/2016_FlaviaGrippRibeiro_tcc.pdf. Acesso em 16 dez 2021. RIBEIRO, Patrícia Loraine Miranda. Humanização Do Parto: Política Pública, Realidade Obstétrica E Psicologia. In: Psicologia E Políticas Públicas Na Saúde: Experiências, Reflexões, Interfaces E Desafios, p. 259-267. Porto Alegre: Rede Unida, 2015. ROSKAM, I.; RAES, M. E.; MIKOLAJCKAZ, M. Exhausted Parents: Development and Preliminary Validation of the Parental Burnout Inventory. Frontiers in Psychology. Bélgica, fev. 2017. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2017.00163/full. Acesso em: 07/03/ 2023. RUSSO, Jane, NUCCI, Marina ; SILVA, Fernanda Loureiro. Escalando vulcões: a releitura da dor no parto humanizado. Mana, v. 25, n. 2, p. 519–550, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1678-49442019v25n2p519. Acesso em: 17 de março de 2024. SALEM, Tania. 2007. O Casal Grávido: disposições e dilemas da parceria igualitária. Rio de Janeiro: Editora FGV. 230 pp. Campos, v. 9, n. 1, p. 177-181, 2008. SANTANA, Tamiles Daiane Borges et al. Avanços e desafios da concretização da política nacional da saúde da mulher: reflexão teórica. Revista de Atenção à Saúde, v. 17, n. 61, 2019. SARTI, C. A. (2011). A família como espelho: um estudo sobre a moral dos pobres. (7a ed.) SÁ-SILVA, J. R.; ALMEIDA, C. D.; GUINDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de História e Ciências Sociais, São Leopoldo, RS, Ano 1, n.1, Jul., 2009. 110 SEHN, Amanda Schöffel ; LOPES, Rita de Cássia Sobreira. A Vivência Materna da Função de Cuidar no Período de Dependência da Criança. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 35, n. Psic.: Teor. e Pesq., 2019 35(spe), p. e35nspe8, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102.3772e35nspe8. Acesso em: 01/03/2023. SERRUYA, Suzanne Jacob, CECATTI, José Guilherme ; LAGO, Tania di Giacomo do. O Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento do Ministério da Saúde no Brasil: resultados iniciais. Cadernos de Saúde Pública, v. 20, n. Cad. Saúde Pública, 2004 20(5), p. 1281–1289, 2004. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2004000500022. Acesso em: 09 de mar.de 2023. Silva, A. B.; Pereira, C. D. Violência obstétrica: desafios para a saúde pública no Brasil. Saúde em Debate, v. 43, n. 123, p. 256-270, 2019. SILVA, Juliana Marcia Santos et al. A feminização do cuidado e a sobrecarga da mulher-mãe na pandemia. Revista Feminismos, [S. l.], v. 8, n. 3, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/feminismos/article/view/42114. Acesso em: 12 nov. 2022. SILVA, Nataly Luana Gomes; FREITAS, Carla Kalline Alves Cartaxo. Relato de experiência: o amor mundi como expressão do cuidado em saúde mental. Revista PsicoFAE: Pluralidades em Saúde Mental, [S.l.], v. 10, n. 1, p. 33-44, jul. 2021. ISSN 2447-1798. Disponível em: <https://www.revistapsicofae.fae.edu/psico/article/view/344/212> SOARES, Suamy Rafaely. A feminização da pobreza e as políticas sociais focalizadas nas mulheres: um debate a ser repensado. Trabalho apresentado na V Jornada Internacional de Políticas Públicas, São Luiz, MA, 2011. SOUZA, Luciana Karine de. Pesquisa com análise qualitativa de dados: conhecendo a Análise Temática. Arq. bras. psicol., Rio de Janeiro , v. 71, n. 2, p. 51-67, 2019 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809- 52672019000200005&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 27 jan. 2024. http://dx.doi.org/10.36482/1809-5267.ARBP2019v71i2p.51-67. SOUZA, Marli Aparecida Rocha de; WALL, Marilene Loewen ; THULER, Andrea Cristina de Morais Chaves. O uso do software IRAMUTEQ na análise de dados em pesquisas qualitativas. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 52, p. e03353, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1980-220X2017015003353. SPINDOLA, Thelma ; SANTOS, Rosângela da Silva. Mulher e trabalho: a história de vida de mães trabalhadoras de enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 11, n. Rev. Latino-Am. Enfermagem, 2003 11(5), p. 593–600, 2003. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-11692003000500005. Acesso em: 01/03/2023. TOURINHO, J. G. A mãe perfeita: idealização e realidade - Algumas reflexões sobre a maternidade. IGT na Rede, v.3, n. 5, 2006. públicas. Psicol. rev. (Belo Horizonte), Belo Horizonte , v. 15, n. 1, p. 196-211, abr. 2009 . Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677- 11682009000100012&lng=pt&nrm=iso. acesso em 08 Jul. 2022. TRAVASSOS-RODRIGUEZ, Fernanda; FERES-CARNEIRO, Terezinha. Maternidade tardia e ambivalência: algumas reflexões. Tempo psicanalítico: Rio de Janeiro, v. 45, n. 1, p. 111-121, jun. 2013. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/tpsi/v45n1/v45n1a08.pdf. 111 VIEIRA, Elisabeth Meloni. Medicalização do corpo feminino. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. ZAMPIERI, Maria de Fátima Mota ; ERDMANN, Alacoque Lorenzini. Cuidado humanizado no pré-natal: um olhar para além das divergências e convergências. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 10, n. 3, p. 359–367, 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1519- 38292010000300009. Acesso em: 06 de março de 2024. ZANELLO, Valeska. et al. Maternidade e cuidado na pandemia entre brasileiras de classe média e média alta. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 30, n. 2, p. 1-12, 2022. Disponível: https://doi.org/10.1590/1806-9584-2022v30n286991. Acesso em: 01/03/2023. ZANELLO, Valeska. Saúde mental, gênero e dispositivos: Cultura e processos de subjetivação. 1. ed. - Curitiba: Editora Appris, 2018. ZANELLO, Valeska; PORTO, Madge. Conselho Federal de Aborto e (Não) Desejo de Maternidade(s): questões para a Psicologia. Conselho Federal de Psicologia. - Brasília: CFP, 2016. | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject | Saúde materna | |
| dc.subject | Saúde mental - assistência | |
| dc.subject | Sistema Único de Saúde | |
| dc.subject | Maternal health | |
| dc.title | A saúde mental materna no SUS: uma análise da construção de uma agenda de cuidados | |
| dc.title.alternative | Maternal mental health in the SUS: an analysis of the construction of a care agenda | |
| dc.type | Dissertação |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- A_saúde_mental_materna.pdf
- Tamanho:
- 1.57 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
