Métodos não farmacológicos para o manejo da dor em recém-nascidos na unidade de terapia intensiva neonatal
| dc.contributor.advisor | Santos, Renata Ferreira dos | |
| dc.contributor.advisor-lattes | http://lattes.cnpq.br/7517167539335837 | |
| dc.contributor.author | Maia, Emanuelly da Silva | |
| dc.contributor.author-lattes | http://lattes.cnpq.br/7050290066137350 | |
| dc.contributor.referee1 | Santos, Renata Ferreira dos | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7517167539335837 | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T19:17:27Z | |
| dc.date.issued | 2022-10-27 | |
| dc.description.abstract | To analyze non-pharmacological measures for pain relief in newborns in the Neonatal Intensive Care Unit. Method: Quantitative longitudinal descriptive study, developed with 35 preterm newborns admitted to the Neonatal Intensive Care Unit from May to September 2021. The variables collected were sex, type of delivery, gestational age, weight, Apgar score, pharmacological and non-pharmacological methods, and were subsequently analyzed, tabulated and grouped using Microsoft Excel with absolute (n) and relative (%) frequency. Results: Preterm female newborns with gestational age between 31 and 36 weeks, born by cesarean section, classified as having low or very low birth weight, Apgar score between 1 and 7 in the first minute and 1 to 7 in the fifth minute of life, with a clinical diagnosis of prematurity were the most prevalent at admission to the neonatal intensive care unit. Among the non-pharmacological strategies used to manage the pain of each newborn, facilitated restraint was the most used, followed by decreasing the light. Conclusion: When analyzing the non-pharmacological measures for pain relief of preterm newborns in the neonatal intensive care unit, it was found that, in addition to the gap in the use of non-pharmacological measures for pain relief in newborns, the strategies were used empirically by some professionals on the nursing team. | |
| dc.description.resumo | Analisar as medidas não farmacológicas para alívio da dor em recém-nascidos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Método: Estudo descritivo longitudinal quantitativo, desenvolvido com 35 recém-nascidos pré-termo internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal no período de maio a setembro de 2021. As variáveis coletadas foram sexo, tipo de parto, idade gestacional, peso, apgar, métodos farmacológicos e não farmacológicos, sendo posteriormente analisadas, tabuladas e agrupadas utilizando o Microsoft Excel com frequência absoluta (n) e relativa (%). Resultados: Recém-nascidos pré-termo do sexo feminino com idade gestacional entre 31 a 36 semanas nascidos através de parto do tipo cesáreo, classificados com baixo ou muito baixo peso ao nascer, apgar entre 1 a 7 no primeiro minuto e 1 a 7 no quinto minuto de vida, com diagnóstico clínico de prematuridade foram os mais prevalentes na admissão da unidade de terapia intensiva neonatal. Dentre as estratégias não farmacológicas utilizadas para o manejo da dor de cada neonato, a contenção facilitada foi a mais utilizada seguida da diminuição da luminosidade. Conclusão: Ao analisar as medidas não farmacológicas para o alívio da dor dos recém-nascidos pré-termo da unidade de terapia intensiva neonatal, constatou-se que além da lacuna referente ao uso de medidas não farmacológicas para o alívio da dor do neonato, as estratégias eram utilizadas de forma empírica por partes dos profissionais da equipe de enfermagem. | |
| dc.identifier.citation | MAIA, Emanuelly da Silva. Métodos não farmacológicos para o manejo da dor em recém-nascidos na unidade de terapia intensiva neonatal. TCC (Bacharelado em Enfermagem). UEA, Manaus, 2022 | |
| dc.identifier.uri | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/7478 | |
| dc.publisher | Universidade do Estado do Amazonas | |
| dc.publisher.initials | UEA | |
| dc.relation.references | 1. Pinto KS. Principais Técnicas de manejo não farmacológico da dor em recém-nascidos, utilizadas assistência em Enfermagem. Amaz Sci Heal [Internet]. 2020 Mar 30 [cited 2022 Oct 9];8(1):138–47. Available from: http://ojs.unirg.edu.br/index.php/2/article/view/3115 2. Costa ACL, Araújo FL De, Simão DADS, Bueno M, Marcatto JDO, Manzo BF. Correlational analysis between potentially painful procedures and pain control strategies in a neonatal unit. Texto e Context Enferm. 2019;28:1–12. 3. Marciano ML, Teixeira A. Influência do Estresse sobre o sistema imunológico: uma revisão bibliográfica. cENTRO Superior Una de Catalão. 2021. 4. Christoffel MM, Querido DL, Silveira ALD da, Magesti BN, Gomes ALM, Silva ACCS da. Health professionals’ barriers in the management, evaluation, and treatment of neonatal pain. Brazilian J Pain. 2019;2(1):34–8. 5. Pires CG, Bohrer Da Silva C, Mello DB, Do J, Pinto N. Intervenções não farmacológicas no controle da dor em cuidados intensivos neonatais. Saúde e Desenvolv Hum [Internet]. 2019 Jul 12 [cited 2022 Oct 9];7(2):63–76. Available from: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/saude_desenvolvimento/article/view/3666 6. Campos APS. Dor neonatal: conhecimento, atitude e prática da equipe de enfermagem. BrJP [Internet]. 2018 [cited 2022 Oct 9];1(4):354–8. Available from: http://www.scielo.br/j/brjp/a/JNLj48rKBwm8m5p4QScQj9M/?lang=pt 7. Andrade LMM de. Exposição e Manejo da dor em Recém-nascidos prematuros durante o tempo de hospitalização na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Univ Brasília. 2019;2:89. 8. Maciel HIA, Costa ACL, Marcatto J de O, Manzo BF, Bueno M. Medidas farmacológicas e não farmacológicas de controle e tratamento da dor em recémnascidos. Brazilian J Pain. 2019;2(1):354–8. 9. Reis SM dos, Nóbrega MS, Ferreira EB, Felipe AOB, Moreira D da S. Contenção facilitada e enrolamento para o manejo da dor em prematuros: ensaio clínico randomizado crossover. Res Soc Dev. 2022;11(6):e20011628755. 10. Prohmann AC, Orsatto ES, Kochla KRA, Favero L, Nascimento MEB do, Ribeiro CN de M. O Uso De Métodos Não Farmacológicos Para Alívio Da Dor Neonatal Pela Equipe De Enfermagem. Rev Saúde e Desenvolv [Internet]. 2019;13(14):49–63. Available from: https://www.uninter.com/revistasaude/index.php/saudeDesenvolvimento/article/view/1 016 11. Silva G da. Avaliação e Manejo da dor neonatal: contribuições da enfermagem. Univ Fed St Catarina. 2017;4:9–15. 14 12. Abdel Razeq NM, Akuma AO, Jordan S. Status of Neonatal Pain Assessment and Management in Jordan. Pain Manag Nurs [Internet]. 2016 Aug 1 [cited 2022 Oct 9];17(4):239–48. Available from: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27108085/ 13. Maciel HIA, Costa MF, Costa ACL, De Oliveira Marcatto J, Manzo BF, Bueno M. Pharmacological and nonpharmacological measures of pain management and treatment among neonates. Rev Bras Ter Intensiva. 2019;31(1):21–6. 14. Silva ACG da, Sposito NPB, Blanco DR da S, Silva GM da, Brito T da S. Dor aguda: adoção de métodos não farmacológicos para alívio da dor em unidade de Terapia intensiva Neonatal pela equipe de enfermagem. Univ Cid são Paulo. 2017; 15. Ribeiro JF, Pereira SA. Manejo Da Dor Com Métodos Não Farmacológicos Em Neonatos: Cuidados Intensivos. 2021;143–62. 16. Gomes PP de S, Lopes AP de A, Santos MSN dos, Façanha SM de A, Silva AVS e, Chaves EMC, et al. Non-pharmacological measures for pain relief in venipuncture in newborns: description of behavioral and physiological responses. Brazilian J Pain [Internet]. 2020 Jul 29 [cited 2022 Oct 9];2(2):142–6. Available from: http://brjp.org.br/article/doi/10.5935/2595-0118.20190026 | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject | Manejo da cor | |
| dc.subject | Recém-nascido prematuro | |
| dc.subject | Unidade de Terapia Intensiva | |
| dc.subject | Neonatologia | |
| dc.title | Métodos não farmacológicos para o manejo da dor em recém-nascidos na unidade de terapia intensiva neonatal | |
| dc.title.alternative | Non-pharmacological methods for pain management in newborns in the neonatal intensive care unit | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |
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