The Learning Weave: Estratégias de Aprendizagem de Língua Inglesa no Curso de Letras-Língua Inglesa no CESTB
| dc.contributor.author | Reis, Ayrton Junior Rodrigues | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-07T16:08:56Z | |
| dc.date.issued | 2025-10-20 | |
| dc.description.abstract | The central theme of this article, The Learning Weave, understood as a metaphor of learning as a living fabric, grounds the investigation into the English language learning strategies employed by undergraduate students of the English Language and Literature program at the Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (CESTB/UEA), located in an Amazonian border context. The main objective was to understand how these students develop autonomous and creative practices for acquiring a foreign language, considering the sociocultural specificities of the region. The research, conducted within a qualitative and ethnographic-inspired approach, was grounded in critical Applied Linguistics and employed classroom observations, semi-structured interviews, and discourse analysis as data collection instruments. The results revealed the use of metacognitive, cognitive, social, and affective strategies, evident in study planning, self-assessment, collaborative learning, and the use of media resources such as music, podcasts, films, and series. It was observed that students value formal classes but also acknowledge the relevance of autonomous practices, forming a hybrid learning process. Furthermore, 86% of participants reported “thinking differently” when communicating in English, suggesting cognitive and cultural reconfiguration, while 83% emphasized the importance of cultural aspects in the learning process, reinforcing the inseparability between language and culture. It is concluded that English learning at CESTB constitutes a plural, creative, and challenging process, woven through the articulation between institutional teaching and autonomous experiences. The term The Learning Weave proved appropriate to describe this construction, as learning emerges as a living fabric of strategies, experiences, and meanings. | |
| dc.description.resumo | O tema central deste artigo, The Learning Weave, compreendido como a metáfora da aprendizagem enquanto um tecido vivo, fundamenta a investigação sobre as estratégias de aprendizagem da língua inglesa utilizadas pelos discentes do curso de Letras – Língua Inglesa do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (CESTB/UEA), situado em contexto amazônico de fronteira. O objetivo principal foi compreender como esses estudantes constroem práticas autônomas e criativas para a aquisição da língua estrangeira, considerando as especificidades socioculturais da região. A pesquisa, de abordagem qualitativa com inspiração etnográfica, fundamentou-se na Linguística Aplicada e utilizou observações em sala de aula, entrevistas semiestruturadas e análise de discursos como instrumentos de coleta de dados. Os resultados apontaram para o uso de estratégias metacognitivas, cognitivas, sociais e afetivas, evidenciadas no planejamento dos estudos, na autoavaliação, na aprendizagem colaborativa e no uso de recursos midiáticos, como músicas, podcasts, filmes e séries. Observou-se que os alunos valorizam as aulas formais, mas reconhecem a relevância de práticas autônomas, compondo um processo híbrido de aprendizagem. Destaca-se, ainda, que 86% dos participantes relataram “pensar de forma diferente” ao se comunicar em inglês, o que sugere reconfiguração cognitiva e cultural, e 83% afirmaram a importância da dimensão cultural no processo de aprendizagem, reforçando a indissociabilidade entre língua e cultura. Conclui-se que o aprendizado da língua inglesa no CESTB constitui um processo plural, criativo e desafiador, tecido pela articulação entre ensino institucional e experiências autônomas. A expressão The Learning Weave revelou-se adequada para descrever essa construção, na medida em que a aprendizagem se configura como um tecido vivo de estratégias, experiências e sentidos. | |
| dc.identifier.citation | REIS, Ayrton Junior Rodrigues. The Learning Weave: Estratégias de Aprendizagem de Língua Inglesa no Curso de Letras-Língua Inglesa no CESTB. 2025. 29 f. Artigo (Graduação em Letras) – Universidade do Estado do Amazonas. Tabatinga. | |
| dc.identifier.uri | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/8174 | |
| dc.publisher | Universidade do Estado do Amazonas | |
| dc.publisher.initials | UEA | |
| dc.relation.references | BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e Filosofia da Linguagem. 12ª ed. São Paulo: Hucitec, 2006. BIALYSTOK, Ellen. Bilingualism: The good, the bad, and the indifferent. In: Bilingualism: Language and Cognition, v. 12, n. 1, p. 3-11, 2009. BENVENISTE, É. (1976). Problemas de linguística geral. Volume I. Rio de Janeiro: Editora Cultrix. BARBER, C.; BEAL, J.; SHAW, P. The English Language: A Historical Introduction. Cambridge: Cambridge University Press, 2009. BYBEE, J. Language, Usage and Cognition. Cambridge: Cambridge University Press, 2010. CHOMSKY, N. Syntactic structures. Mouton: The Hague, 1957. ______. Aspects of the theory of syntax. Cambridge, MA: MIT Press, 1965. CRYSTAL, D. The Cambridge Encyclopedia of Language. 3. ed. Cambridge: Cambridge CHOMSKY, Noam. Linguagem e Problemas do Conhecimento. São Paulo: UNICAMP, 1998. CELANI, M. A. A. Ensino de línguas: teorias, práticas e políticas. São Paulo: Parábola, 2009. DICKINSON, L. Self-Instruction in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. DIAS, Fernanda. O desenvolvimento cognitivo no processo de aquisição de linguagem. Letrônica, v. 3, n. 2, p. 107-119, dez. 2010. ELLIS, Rod. Second Language Acquisition. Oxford: Oxford University Press, 1997. FINGER, Ingrid. A aquisição da linguagem na perspectiva behaviorista. In: QUADROS, Ronice Müller de; FINGER, Ingrid. Teorias de aquisição da linguagem. 2007, p. 8-24. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. GRIFFIN, K. Lingüística aplicada a la enseñanza del español como 2/L. 2 ed. Madrid: Arco Libros, 2011. HOLEC, Henri. Autonomy and Foreign Language Learning. Strasbourg: Council of Europe, 1981. KENEDY, Eduardo. Gerativismo. In: MARTELOTTA, M. E. (org.). Manual de linguística. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2008, p. 127-140. KRASHEN, S. Second language acquisition and second language learning. Oxford: Pergamon, 1981. KRASHEN, Stephen D. Principles and Practice in Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon, 1982. KRAMSCH, Claire. Language and Culture. Oxford: Oxford University Press, 1998. LANTOLF, J. P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. LARSEN-FREEMAN, Diane. Chaos/complexity science and second language acquisition. Applied Linguistics, v. 18, n. 2, p. 141–165, 1997. MUSSALIM, Fernanda. Linguística I. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2009, 152 p. MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Da aplicação da Linguística à Linguística Aplicada indisciplinar. In: PEREIRA, R. C.; ROCA, P. (org.). Linguística Aplicada: um caminho com diferentes acessos. São Paulo: Contexto, 2011. p. 11–24. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 11. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000. PAIVA, Vera Menezes de Oliveira e. Autonomia e Complexidade na Aprendizagem de Línguas. Belo Horizonte: UFMG, 2005. PESCE, M. K. de. A perspectiva cognitivista. Joinville: UNIVILLE, 2017a. PESCE, M. K. de. A teoria histórico-cultural. 2003. Joinville: UNIVILLE, 2017b (revisão). PESCE, M. K. de. Teoria de aquisição da linguagem na visão behaviorista. Joinville: UNIVILLE, 2017. PETTER, Margarida M. T. Qual a diferença entre língua e linguagem? Nova Escola. 2018. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. Organização: Charles Bally e Albert Sechehaye; com a colaboração de Albert Riedlinger. Tradução: Antônio Chelini, José Paulo Paes e Izidoro Blikstein. 27. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. 278 p. SANTOS GARGALLO, I. Lingüística aplicada a la enseñanza-aprendizaje de español como lengua extranjera. 3 ed. Madrid: Arco Libros, 2010. Sossi, F. A Interlíngua e o processo de aprendizagem de línguas. In: Revista Letras, v. 84, p. 45-58, 2012. SELINKER, Larry. Interlanguage. International Review of Applied Linguistics in Language Teaching, v. 10, n. 3, p. 209–231, 1972. VYGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2001. | |
| dc.subject | Aprendizagem de línguas | |
| dc.subject | Língua Inglesa | |
| dc.subject | Linguística Aplicada | |
| dc.title | The Learning Weave: Estratégias de Aprendizagem de Língua Inglesa no Curso de Letras-Língua Inglesa no CESTB | |
| dc.title.alternative | The Learning Weave: Estratégias de Aprendizagem de Língua Inglesa no Curso de Letras-Língua Inglesa no CESTB | |
| dc.type | Artigo de Periódico |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- Aprendizagem_língua_língua inglesa_linguística aplicada..pdf
- Tamanho:
- 594.72 KB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
