São João do Urucurituba: história e memórias do processo de territorialização quilombola – Barreirinha/Amazonas

dc.contributor.advisorALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de.
dc.contributor.advisor-latteshttp://lattes.cnpq.br/1596401343987246
dc.contributor.authorEdicleuza Costa Ribeiro
dc.contributor.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/1704927263891960
dc.contributor.referee1ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de.
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1596401343987246
dc.contributor.referee2RANCIARO, Maria Magela Mafra de Andrade.
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7054552378861238
dc.contributor.referee3ROCHA, João Marinho.
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9074944691414686
dc.date.accessioned2026-06-30T13:11:13Z
dc.date.issued2025-03-07
dc.description.abstractBelonging to the municipality of Barreirinha-AM, in the Lower Amazon, the quilombola social unit São João do Urucurituba is the object of study of this work. Based on collective memory, this research had as its main objective to analyze the processes of formation of this social unit, as well as emphasizing the struggles of the political-organizational movement for the conquest of its ethnic and territorial rights. In order to understand the historical aspects, an interpretative scheme was adopted, using literature on: slavery in Amazonas and in the states of Pará and Maranhão. The methodological trail followed the following data collection procedures: recording of the narratives of social agents; access to archival documents of ARQSJU, articles and municipal legislation, as well as iconographic recording to compose the repertoire of images, with descriptions of the visual representations of symbols that culturally identify the daily life of the quilombo. To this end, studies are presented that reference the paths taken by former slaves, Raimundo de Jesus Colares and, later, Raimundo Silva, who entered areas of the Lower Amazon and are recognized by all as the founders of the territory that incorporates, among others, the quilombo of São João do Urucurituba, located on the banks of the Paraná do Urucurituba, a tributary of the Paraná do Ramos - Municipalities of Barreirinha/Am. Finally, using multivocal human sciences, we have the record of the struggles and achievements of the quilombola movement of São João do Urucurituba, for ethnic rights guaranteed by the Constitution of 1988, with emphasis on Art. 68 of the ADCT/CF-1988, whose legal support allowed the issuance of the Certificate of Recognition of the Quilombo of São João do Urucurituba, in 2024, an act, this, extensive to the other 03 (three) social units that, together, make up the quilombola territory of Paraná do Urucurituba, namely: Vila Carneiro, Monte Horebe and Igarapé do Mato. In addition to this achievement, in May 2024, in the social unit “São João do Urucurituba”, there is, as a culturally relevant data for these quilombos, the inauguration of the Living Museum; an articulating axis of the Center of Quilombola Sciences and Knowledge, called “Floriza Pereira de Jesus”.
dc.description.resumoPertencente ao município de Barreirinha-AM, no Baixo Amazonas, a unidade social quilombola São João do Urucurituba, constitui o objeto de estudo do presente trabalho. Tendo por base a memória coletiva, a presente pesquisa teve como objetivo central analisar os processos de formação dessa unidade social, bem como se deu ênfase às lutas do movimento políticoorganizativo pela conquista de seus direitos étnicos e territoriais. Para a compreensão acerca dos aspectos históricos, enveredou-se por um esquema interpretativo tendo como aporte literaturas sobre: a escravidão no Amazonas e nos estados do Pará e Maranhão. A trilha metodológica enveredou pelos seguintes procedimentos de coleta de dados: registro das narrativas dos agentes sociais; acesso aos documentos arquivísticos da ARQSJU, a artigos e legislações municipais, bem como procedeu-se ao registro iconográfico para compor o repertório de imagens, com descrições das representações visuais de símbolos que identificam culturalmente o cotidiano do quilombo. Para tanto, apresentam-se estudos referenciados aos caminhos percorridos pelos ex-escravizados, Raimundo de Jesus Colares e, posteriormente, Raimundo Silva, que adentraram em áreas do Baixo Amazonas e por todos reconhecidos como os fundadores do território que incorpora, entre outros, o quilombo de São João do Urucurituba, localizado às margens do Paraná do Urucurituba, afluente do Paraná do Ramos-Municípios de Barreirinha/Am. Por fim, utilizando-se das ciências humanas multivocais se tem o registro das lutas e conquistas do movimento quilombola de São João do Urucurituba, por direitos étnicos assegurados pela Constituição de 1988, com destaque ao Art. 68 do ADCT/CF-1988, cujo amparo legal permitiu a emissão da Certidão de Reconhecimento do Quilombo de São João do Urucurituba, em 2024, ato, este, extensivo às outras 03 (três) unidades sociais que, em seu conjunto, compõem o território quilombola do Paraná do Urucurituba, a saber: Vila Carneiro, Monte Horebe e Igarapé do Mato. Para além dessa conquista, em maio de 2024, na unidade social “São João do Urucurituba”, inscreve-se, como dado culturalmente relevante para esses quilombos, a inauguração do Museu Vivo; um eixo articulador do Centro de Ciências e Saberes Quilombola, denominado de “Floriza Pereira de Jesus”.
dc.description.sponsorshipFAPEAM
dc.identifier.citationRIBEIRO, Edicleuza Costa. São João do Urucurituba: história e memórias do processo de territorialização quilombola – Barreirinha/Amazonas. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas). Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, 2025.
dc.identifier.urihttps://ri.uea.edu.br/handle/riuea/8500
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade do Estado do Amazonas
dc.publisher.initialsUEA
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade do Estado do Amazonas – PPGICH
dc.relation.referencesACEVEDO, Rosa, Castro Edna: negros de Trombetas; guardiões de matas e rios Acevedo, Rosa, Castro Edna: Negros no Trombetas: guardiões de matas e rios/2. ed.-Belém: CEJUP/UFPA, NAEA,1998 ALAN, Touraine: na fronteira dos movimentos sociais: publicado em Sociedades e estados, Brasília, V. 21, n1, 17-28, janeiro/abr. 2006 ALBERTI. Verena. História dentro da história. In PINSKY, Carla B. 2011. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Os quilombos e a base de lançamento de foguetes de Alcântara: laudo antropológico. Brasília: MMA,2006. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Quilombos e as novas etnias/Manaus: UEA edições, 2011. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. Terras Tradicionalmente ocupadas: Processos de Territorialização e Movimentos Sociais. Ano 2004. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de: Nova Cartografia Social da Amazônia, in: Povos e comunidades tradicionais: nova cartografia social da Amazônia. Manaus: UEA Edições, 2013. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de: Terra de quilombo, terras indígenas, “babaçuais livre”, “castanhais do povo”, faxinais e fundos de pasto: terras tradicionalmente ocupadas. 2ª ed. Manaus: PGSCA-UFAM, 2008 ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de: Terras tradicionalmente ocupadas: processo de territorialização e movimentos sociais; em R.B Estudos urbanos e regionais, V. 6, N. 1/ Maio de 2004. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de; Farias Junior, Emanuel de Almeida: Povos comunidades: nova cartografia social, Manaus, 2013. ALVES, Castro: O navio negreiro, em 1869, Luís Eduardo Magalhães. EX! editora/2016 AMÉLIA, Maria; RANCIARO, Maria Magela Mafra de Andrade: Trilhas percorridas por uma militante quilombola: vida e resistência, luta e resistência! Org.; Alfredo Wagner Berno de Almeida, ed.; Rio de Janeiro: Casa 8, 2016. ANDRADE, Rodrigo de Oliveira: Seca que afetou a Amazônia em 2023 causou a maior queda nos níveis dos rios já registrados, e está relacionada a mudanças climáticas. Publicada em JORNAL DA UNESP, disponível em:https://jornal.unesp.br/2024/04/24/seca-que-afetou-aamazonia-em-2023-causou-a-maior-queda-nos-niveis-dos-rios-ja-registrada-e-estaelacionada-amudan. acesso às 01h 13 min 22 de julho de 2024. BARROS, Jose D`Assunção. O projeto de pesquisa em História: da escolha do tema ao quadro teórico. 3. ed. Petrópolis, RJ Vozes, 2007. BARTH, Etnicidade e suas fronteiras: in POUTGNAT, PHELIPP, Teorias da etnicidade. Seguindo de Grupos étnicos e suas fronteiras de Fredrik Barth/Philippe Poutignat, Joselyne 151 Streiff-Fenart; tradução de Elcio Fernandes. -São Paulo: fundação Editora da UNESP, 1998. - Bibiblioteca básica. BRASIL 1989 Convenção sobre povos indígenas e tribais-OIT, nº 169 da OIT: Decreto nº 4.887, 20 de novembro de 2003. Regulamenta o procedimento para a identificação, reconhecimento delimitação de demarcação e titulação de terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos que trata O art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias-ADCT/88. Diário oficial da união [República federativa do Brasil], Brasília -DF, 20 / 04 / 2004. Sessão 1, p. 4. 01.07. 2024 às 02h e 45 min. BRASIL Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica-PARFOR; publicado por Ministério da Educação, em Publicado em 01/01/2014 11h53 disponível em Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica - PARFOR — CAPES. acesso às 23h 30min, de 2024. BRASIL, Paludismo: Publicado em Ministério da Saúde, disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/malaria pesquisado em 14 de julho de 2024 as 22h 54 min. BURKE, Peter: Hibridismo Cultural. 3.reimpressão, primavera 2010. Campinas, SP: Papiros,1989. CARAIPÉ – publicado em: Dicio, Dicionário Online de Português. Disponível em: https://www.dicio.com.br/caraipe/; pesquisa realizada em 26 de janeiro as 21 h de 2024. CHAMBOULEYRON, Rafael. Escravos do Atlântico equatorial: tráfico negreiro para o Estado do Maranhão e Pará (século XVII e início do século XVIII) Revista Brasileira: Dossiê: Escravidão Rev. Bras. Hist. 26 (52) Dez 2006. CONAQ- coordenação nacional de articulação de comunidades negras rurais quilombolas, publicado em Controladoria Geral da União; disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt- br/governo-aberto/iniciativas-de-governoaberto/organizacoes-da-sociedade-civil/de-a-a- z/coordenacao-nacional-de-articulacaodas-comunidades-negras-rurais-quilombolas-conaq atualizado em: 09/10/2024 as 15h 28. pesquisado em 16/10/2024. CORREA, Rosimay Flor do Carmelo: o céu e os inferninhos na festa da padroeira de Parintins, no Amazonas. / Rosimay Corrêa. 2019 200 f.: il. color; 31 cm. COSTA, Carla Silvane da Silva: Quilombos do Andirá: do processo de construção da região do baixo Amazonas na perspectiva dos viajantes e naturalistas à interpretação científica sob a ótica de professores/pesquisadores na contemporaneidade, 2023 155 f.: color; 34 cm. CRUZ, Cristina Tereza Carvalho. As irmandades religiosas de africanos e afrodescendentes. Santa Catarina 2007. CRUZ.Teresa Cristina de Carvalho. As irmandades religiosas de africanos e afrodescendentes. Santa Catarina 2007. FARIAS, Júnior Emmanuel de Almeida: Territórios conquistados e megas projetos inconcludentes: quilombolas de Cachoeira Porteira-, São Luís: Editora UEMA, 2019. GALVÃO, Eduardo. Santos e visagens: um estudo da vida religiosa de Ita, Baixo Amazonas, 2. Ed. São Paulo, Ed. Nacional, Brasília, INL, 1976. GOMES, Nilma Lino. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola; Parecer 16/2012, aprovado em 5/6/2012. Parecer homologado despacho do Ministério, público no D.O.U. de 20/11/2012, Seção 1, pág. 8. HALBWACHS, M. A memória coletiva: São Paulo, 1990. IBGE: apenas 6 cidades do Amazonas registram presença de quilombolas. g1am. 27/07/2023. Disponível em: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/07/27/ibge-apenas-6-cidades-doamazonas-registram-presenca-de-quilombolas.ghtml. Acesso em: 15h 15min. Instrução Normativa Incra n.º 16, de 24 de março de 2024: Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Publicado por Comissão pró-Índio de São Paulo; Disponível em: https://cpisp.org.br/instrucao-normativa-incrano-16-de-24-de-marco-de-2004/; Publicado no Diário Oficial da União, edição número 78, em 26.04.2004; pesquisado as 19:00 h de 20 de março de 2024. Kananojá: As raízes africanas de uma doença Brasileira: o banzo em angola nos séculos VII E XVII, 2018. Lei Nº 284, de 20 de dezembro de 2021. Cria o setor pedagógico quilombola no setor administrativo da SEMED, define as propostas curriculares pedagógicas para a a inclusão de disciplinas quilombolas na grade curricular do ensino infantil e fundamental I e II e modalidade EJA nesses territórios, altera a nomenclautura de identificação das escolas municipais de educação infantil e ensino fundamental localizadas em territórios quilombolas, e dá outras providências. Barreirinha, Amazonas. Diário Oficial Mafra, Ana Amelia Campos, Costa, Ivan Rodrigues; Guterres, Maria do Socorro: Projeto vida de negro; terras de preto no maranhão: quebrando o mito do isolamento. Vol. II São Luis-Ma: SDMH/CCN/PVN 2002. MARIN, Rosa Elizabeth Acevedo: A cartografia social consiste em um recurso de descrição etnográfica. o fascículo é nossa cartografia, in: povos e comunidades tradicionais nova cartografia social, 2013. MATTOS. Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 2. Ed., 1º reimpressão. -São Paulo: Contexto, 2012. Neto Agostinho: No tempo de cativeiro publicado em: Letras. Disponível em: https://www.letras.mus.br/agostinho-neto/no-tempo-do-cativeiro/. Acessado em 10.11.2024 as 23h. OLIVEIRA, Elda Rizzo de. O que é Benzeção. 1ª Ed.1985. PRANDI, Reginaldo. Mitologias dos Orixás: ilustrações de Pedro Rafael. – São Paulo: Companhia das Letras. 2001. PIERRE, Bourdieu: A miséria do mundo, 7º ed. –Petropolis, RJ: Vozes, 2008. POLLACK, Michael, Memória, Esquecimento, silêncio. Estudos Históricos. Rio de Janeiro,1989. Portaria Fundação Cultural Palmares. Nº356 de 14.11.2024. publicada no diário oficial da União sessão 1, ISNN1677-7042; Nº 225, sexta-feira, em 22 de novembro de 2024. Portaria nº 337 acordo de pesca nos limites do Paraná do Urucurituba e Paraná do Ramos: Lei Municipal de Barreirinha, 29 de outubro de 2008. Portal Amazônia Real: Comunidades quilombolas do Rio Andirá aguardam título de terras no Amazonas Publicado em: 12/10/2017 às 18:30). Disponível em: Comunidades quilombolas do Rio Andirá aguardam título de terra no Amazonas - Amazônia Real, acesso em 06.04.2025 às 22h 22min. PRIORE, Mary Del e Venâncio, Renato Pinto: Ancestrais: uma introdução à história da África Atlântica. Rio de Janeiro ed. Elsevier, (2004) RADLER, Juliana/ISA, 1º encontro estadual das comunidades quilombolas acontece no estado do Amazonas. Tapajós de Fato. Publicado em 22 de setembro de 2022. Disponível em: https://www.tapajosdefato.com.br/noticia/940/1o-encontro-estadualdas-comunidades-quilombolas-acontece-no-estado-do-amazonas: Acesso em 03 de agosto de 2023 as 8h 20min. RANCIARO, Maria Magela Mafra Andrade. Quilombos do Rio Andirá: das travas as aberturas dos cadeados, Manaus. 2021 REIS, João José, GOMES, FLAVIO dos Santos: Liberdade por um fio: História dos quilombos no Brasil/ 1ª ed.-São Paulo: Claro Enigma, 2012. ROCHA, João Marinho da, Das sementes aos troncos: história e memória do movimento quilombola do rio Andirá/João Marinho da Rocha 2019.386.:color; 31cm. São Paulo: Terceira Margem, 2004. ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho e TRINDADE, Azoilda Loretto da: orientações para as relações étnico-raciais. Ministério da Educação / Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-Raciais Brasília: SECAD, 2006.Brasília: SECAD, 2006. ROGGO, Rodrigo: o pirarucu gigante das aguas doces, publicado em O “WWF”, em agosto disponívelem:https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/biodiversidade/espe cie_d o_mes/agosto_pirarucu/ acessado em 01 de julho de 2025 às 13h e 37min. RIBEIRO, Edicleuza Costa: RANCIARO, Maria Magela Mafra de Andrade. “Benzer é uma Benção”: a prática de benzimento a partir da narrativa de um benzendor. Guarimã: Revista de Antropologia política. v. 4. N. 1, p. 188-202, janeiro/julho de 2024. RICCI, Magda Cabanagem, cidadania e identidade revolucionária: o problema do patriotismo na Amazônia entre 1835 e 1840. Dossiê: Cidadania e Pobreza Tempo 11 (22) 2007). Disponível em: SciELO Brasil - Cabanagem, cidadania e identidade revolucionária: o problema do patriotismo na Amazônia entre 1835 e 1840 Cabanagem, cidadania e identidade revolucionária: o problema do patriotismo na Amazônia entre 1835 e 1840. Acesso em 06.04.2025 as 22h 40min. SALLES, Vicente: o negro no Pará, sob o regime da escravidão, rio de janeiro, fundação Getulio Vargas. Serv. De publicações univ. Federal do Pará, 1971. SANTOS, Flavio dos. Quilombos do Rio de Janeiro no Século XIX, in Liberdade por um fio histórias dos quilombos no Brasil, org: GOMES. Flavio Reis. João José Reis e Flavio Santos Gomes. -São Paulo Companhia das Letras, 1996. SANTOS, Francisco Jorge dos; História do Amazonas I ed. Rio de janeiro 2010. Silva, Eduardo: Negociação e conflitos: a resistência negra no Brasil escravista. Eduardo Silva, João José Reis. -S. Paulo campinas das letras 1989. SANTOS, Juliene Pereira dos, Territórios, intrusão e dramas sociais no Trombetas: O quilombo do Jamari; em Conflitos territoriais e povos tradicionais: descrição etnográfica de territorialidades especificas/ organizadores, Rosa Elizabeth Acevedo Marin, Patrícia Maria Portela Nunes; Cynthia Carvalho Martins. -São Luís: EDEUMA, 2020. SHIRAISHI, Neto Joaquim: O direito das minorias: passagem do “invisível” real para o “visível formal? Joaquim Shiraishi Neto. Manaus: UEA Edições, 2013. 188 p.;23 cm. SILVA, Jucinara Cabral da. História Oral e Interseccionalidade na trajetória de Maria Amélia dos Santos Castro: Comunidades Remanescentes de Quilombo do Rio Andirá- Barreirinha/Am (2005- 2022): Jucinara Cabral da Silva. 2024; 136 f.: il.; 31cm SILVA, Eduardo; REIS, João José. Negociação e conflitos: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. SOUZA, Laura Olivieri Carneiro de. Quilombos: identidades e história. 1. Ed.- Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012. LÉVI-STRAUSS, Claude. O Pensamento Selvagem. Tradução de Tânia Pellegrini. Campinas, SP: Papirus, 1989. TODOROV, Tzvetan. A conquista da América: a questão do outro. Tradução de Beatriz Perrone Moisés. São Paulo: Martins Fontes, 2010. TRINDADE, Deilson do Carmo. As benzedeiras de Parintins: práticas, rezas e simpatias. Manaus: Edua, 2013.
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 United Statesen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/
dc.subjectQuilombo
dc.subjectTerritorialização
dc.subjectMemórias
dc.subjectAutorreconhecimento
dc.subjectLutas
dc.subjectTerritorialization
dc.subjectMemories
dc.subjectSelf-recognition
dc.subjectStruggles
dc.titleSão João do Urucurituba: história e memórias do processo de territorialização quilombola – Barreirinha/Amazonas
dc.title.alternativeSão João do Urucurituba: history and memories of the quilombola territorialization process – Barreirinha/Amazonas
dc.typeDissertação

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Sao_Joao_Urucurituba_historia_memorias.pdf
Tamanho:
10.88 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format