Ressignificando o silêncio: a dança, a comunicação alternativa/aumentativa e o TEA não verbal.

dc.contributor.advisorRamos, Érika da Silva
dc.contributor.advisor-latteshttp://lattes.cnpq.br/9814703195397808
dc.contributor.authorSouza, Ewelyn Guedes de
dc.contributor.referee1Ramos, Érika da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9814703195397808
dc.contributor.referee2Lima, Getúlio Henrique Rocha
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5769970032043027
dc.contributor.referee3Pinto, Amanda da Silva
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2910246309324962
dc.date.accessioned2024-11-27T15:54:59Z
dc.date.issued2024-02-22
dc.description.abstractThis research addresses the contribution of Dance to the development of expressive skills in non-verbal children with Autism Spectrum Disorder (ASD), focusing on the general objective of investigating the potential contributions of dance classes to the development of expressive skills in children with ASD (non-verbal), describing the potential of this art when associated with augmentative and alternative communication (AAC), in support of the learning of students in this condition, considering that children with this condition tend to have difficulties in communicating and socializing, often ending up being isolated from social interaction and facing challenges in being properly reached by education. The methodology follows a phenomenological approach, taking into account the reality of the context in which the child is inserted, and adopts a qualitative approach, resorting to descriptive exploratory research, and a case study linked to action research. The collected data were investigated and understood according to content analysis. The results highlight the efficacy of dance as a nonverbal expression, showing significant overcoming of initial challenges, and emphasize the importance of this practice in the inclusive educational context to promote more empowering and inclusive environments.
dc.description.resumoEssa pesquisa aborda a contribuição da Dança para o desenvolvimento de habilidades expressivas de crianças com TEA não verbais se concentrando com o objetivo geral de investigar as possíveis contribuições de aulas de dança ao desenvolvimento de habilidades expressivas de crianças com TEA (não-verbais), descrevendo o potencial dessa arte quando associada a comunicação alternativa/aumentativa (CAA), em prol da aprendizagem de alunos nessa condição, visto que as crianças com essa condição tendem a ter dificuldades em se comunicar e socializar, acabando por muitas vezes, afastadas do convívio social e com desafios para serem alcançadas devidamente pela educação. A metodologia segue um direcionamento fenomenológico, levando em consideração a realidade do contexto na qual a criança está inserida, e segue a abordagem qualitativa, recorrendo a pesquisa exploratória descritiva, e um estudo de caso vinculada a uma pesquisa-ação. Os dados coletados foram investigados e compreendidos de acordo com análise de conteúdo. Os resultados destacam a eficácia da dança como expressão não verbal, evidenciando uma superação significativa de desafios iniciais, e ressaltam a importância dessa prática no contexto educacional inclusivo para promover ambientes mais capacitadores e inclusivos.
dc.identifier.citationSOUZA, Ewelyn Guedes de. Ressignificando o silêncio: a Dança, a comunicação alternativa/aumentativa e o TEA não verbal. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Dança). Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, 2024.
dc.identifier.urihttps://ri.uea.edu.br/handle/riuea/7127
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade do Estado do Amazonas
dc.publisher.initialsUEA
dc.relation.referencesALMEIDA, Fernanda Souza. COSTURAS A MUITOS CORPOS PARA DANÇARELAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL : Formação inicial docente e Estágio supervisionado em Dança. São Paulo, 2023 Tese. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM - 5 (recurso eletrônico). Tradução Maria Inês Corrêa Nascimento. 5 ed. 2014. Tradução de: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. 1 ed. Edições 70, f. 141, 2015. 288 p. BOURCIER, Paul . História da Dança no Ocidente. Tradução Marina Appenzeller. 2ed. São Paulo: Martins Fontes - selo Martins, 2001. 339 p. Tradução de: Histoire de La Danse en Occident. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : arte / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC / SEF, 1998. 116 p. BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: Com os pingos nos "is". 3 ed. Porto Alegre: Meditação, 2005. 176 p. CRUZ, F. M; TAMANAHA, A.C.. Do silêncio às ações corporificadas em interações de crianças com Transtorno do Espectro do autismo não-verbais. Calidoscópio, 2, v. 19, p. 209-222, 03. agos. 2021. CUNHA, Eugênio. Autismo e Inclusão: Psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. 4 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2012. 140 p. CUNHA, Sandra . DANÇATERAPIA COMO FORMA DE PROMOVER A COMUNICAÇÃO NO AUTISMO. Porto, 2010 Monografia (Domínio Cognitivo-Motor) - Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti. GAIATO, Mayra. S.O.S. Autismo: Guia completo para entender o transtorno do espectro autista. 2 ed. São Paulo: nVersos, v. 3, f. 128, 2018. 256 p. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5 ed. Atlas, 2010. 192 p. GUERRA, Victor. O ritmo na vida psíquica: diálogos entre psicanálise e arte. Ide (São Paulo) [online]. 2017, vol.40, n.64, pp. 31-54. ISSN 0101-3106. HAAS A. N.; GARCIA A.; Expressão corporal: aspectos gerais. EDIPUCRS. Porto Alegre, RS. 2008. JABBOUR, Charbel J C; FREITAS, Wesley R S. UTILIZANDO ESTUDO DE CASO(S) COMO ESTRATÉGIA DE PESQUISA QUALITATIVA: boas práticas e sugestões. Estudo & Debate, v. 18, 2011. KANNER, Leo. Autistic Disturbances of Affective Contact. Nervous Child, f. 17, 1943. 34 p. LABAN, Rudolf. Domínio do movimento. 5ª edição, organizada por Lisa Ullmann. Tradução: Anna Maria Barros De Vecchi e Maria Sílvia Mourão Netto. São Paulo: Summus, 1978. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 9 ed. Atlas, 2021. 368 p. LANGENDONCK, Rosana ; RANGEL, Lenira. Pequena Viagem Pelo Mundo da Dança. 1 ed. São Paulo: Moderna, v. 1, 2006. 80 p. MANZINI, E.J.; DELIBERATO, D. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física – recursos para comunicação alternativa. Brasília: Mec/Secretaria de Educação Especial, 2004. Fascículo 2, 54p. il. MEIER, J. K. & KAUFMANN, L. H. (2015, outubro 16). Os benefícios da dança para o desenvolvimento do ser humano [Seminário de iniciação]. Seminário de Iniciação Científica do curso de Pedagogia, Itapiranga. MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. 5 ed. WMF Martins Fontes, 2018. 555 p. MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2005. NOTBOHM, Ellen. Ten Things Every Child With Autism Wishes You Knew. 2 ed. Future Horizons Inc, 2005. 200 p. OLIVEIRA, Mariana Trenche de. ECOLALIA: QUEM FALA NESSA VOZ?. São Paulo, 2001. 112 p Dissertação - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. PINTO, Amanda da Silva. Dança COMO ÁREA DE CONHECIMENTO: dos PCNs à sua implementação no sistema educacional municipal de Manaus . 22 ed. Manaus, Am: Travessia, 2015. 104 p. PORTINARI, Maribel. História da dança, f. 152. 1989. 304 p. POPPER, K. O balde e o holofote: duas teorias do conhecimento. In K. Popper, O conhecimento objetivo (pp. 313-332). São Paulo: Edusp,1975. RANGEL, Lenira. Corponectividade, comunicação por procedimento metafórico nas mídias e na educação. Tese de doutorado. PUC, 2007. STRAZZACAPPA , Márcia. Dança na Educação: Discutindo Questões Básicas e Polêmicas. Pensar a Prática, Goiânia, v. 6, p. 73-86, 15 11 2006. TETZCHNER, Stephen von; MARTINSEN, Harald. Introdução à comunicação aumentativa e alternativa. 2 ed. Porto, f. 144, 200. 288 p. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18 ed. Cortez Editora, f. 61, 2018. 136 p. VYGOTSKY: Aprendizado e Desenvolvimento, um Processo Sócio-Histórico, Marta Kohl de Oliveira, 112 págs., Ed. Scipione. World Health Organization. ICD-11: International Classification of Diseases, Eleventh Revision. Geneva, 2022. ZIMERMAN, David E.. Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, Técnica, Clínica – Uma Abordagem Didática. 1 ed. Artmed, f. 239, 2004. 484 p.
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectDança
dc.subjectTEA
dc.subjectNão-Verbal
dc.subjectComunicação
dc.subjectComunicação alternativa/aumentativa
dc.subjectDance
dc.subjectASD
dc.subjectNon-Verbal
dc.subjectCommunicationAugmentative and Alternative Communication
dc.titleRessignificando o silêncio: a dança, a comunicação alternativa/aumentativa e o TEA não verbal.
dc.title.alternativeReframing silence: dance, alternative/augmentative communication and non-verbal ASD.
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Ressignificando_silêncio_Dança_comunicação_alternativa.pdf
Tamanho:
1.23 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format