Orquestras, cameratas e grupos de violões no Brasil: uma trajetória.

dc.contributor.advisorCaiado, Nelson Fernando.
dc.contributor.advisor-latteshttp://lattes.cnpq.br/2815984703168794
dc.contributor.authorTarabossi, Robert Richard Rithieri Pantoja.
dc.contributor.referee1Caiado, Nelson Fernando.
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2815984703168794
dc.contributor.referee2Souto, Luciano Hercílio Alves.
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2780655792417777
dc.contributor.referee3Carvalho, Márcio Pacheco de.
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9262778969340772
dc.date.accessioned2025-07-09T14:45:06Z
dc.date.issued2024-12-16
dc.description.abstractThis work examines the evolutionary process, in Brazil, of groups in which the guitar is the central instrument, focusing on the following formations: orchestras, chamber-music groups, and groups; excluding, therefore, guitar duos, trios, and quartets. It also addresses the trajectory of the instrument in the country, since the arrival, in the 16th century, of plucked stringed instruments related to it; through periods of marginalization and prejudice, to the growing acceptance, popularization and professionalization of some musicians who dedicated themselves to it. The work was based on documentary, bibliographic and oral history research (in the form of interviews). The latter were crucial for the elaboration of the last chapter, in which it was sought to present a more detailed study of the history and activities of the Orquestra de Violões do Amazonas (OVAM), since its foundation, showing its development and importance in the amazonian music scene.
dc.description.resumoEste trabalho trata do processo evolutivo, no Brasil, de grupamentos nos quais o violão é o instrumento central, tendo como recorte as seguintes formações: orquestras, cameratas e grupos; excluindo, portanto, duos, trios e quartetos de violões. Aborda também a trajetória do instrumento no país, desde a chegada, no século XVI, de cordofones dedilhados a ele aparentados; passando por períodos de marginalização e preconceito, até a crescente aceitação, popularização e profissionalização de alguns músicos que a ele se dedicaram. O trabalho teve por base pesquisas documentais, bibliográficas e história oral (na forma de entrevistas). Estas últimas foram cruciais para a elaboração do último capítulo, no qual buscou-se apresentar um estudo mais detalhado da história e atividades da Orquestra de Violões do Amazonas (OVAM), desde sua fundação, mostrando seu desenvolvimento e importância na cena musical amazonense.
dc.identifier.citationTARABOSSI, Robert Richard Rithieri Pantoja. Orquestras, cameratas e grupos de violões no Brasil: uma trajetória. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Música). Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, 2024.
dc.identifier.urihttps://ri.uea.edu.br/handle/riuea/7699
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade do Estado do Amazonas
dc.publisher.initialsUEA
dc.relation.referencesALFONSO, Sandra Mara. O violão: da marginalidade à academia: trajetória de Jodacil Damaceno. EDUFU, 2017. AMORIM, Humberto. Abel Carlevaro e Heitor Villa-Lobos: a relação entre dois pilares do violão latino-americano. IV Simpósio Villa-Lobos (USP)-2018, São Paulo. Anais do IV Simpósio Villa-Lobos-São Paulo/ECA-USP. São Paulo: ECA-USP, p. 33-39, 2018. ________, Humberto. Alfredo Imenes: um pioneiro da música de câmara com violão no Brasil. Revista Vórtex, v. 6, n. 3, 2018. ________, Humberto; MARTELLI, Paulo. Quincas Laranjeiras e o violão: vida artística, mediação cultural e rede de sociabilidades. Resonancias 27 (53): 93-117. 2023. ANTUNES, Gilson. Américo Jacomino Canhoto e o desenvolvimento da arte solística do violão em São Paulo. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. BRANDÃO, Renato; LOPES, Gabrielle Farias. Oruqestra de Violões do Amazonas: uma ideia semeada no coração de Manaus. AEC&D-Arte, Educação, Comunicação & Design, v. 2, n. 1, p. 60-71, 2021. CABRAL, Sérgio. Escolas de samba do Rio de Janeiro. 1° ed. São Paulo, Editora Lazuli LTDA, 2016. Camerata de Violões do CBM. Intérprete: Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música. Compositores: Alexandre Eisenberg, Gaetano Galfi, Heitor Villa-Lobos, Hermeto Pascoal, João Mendes, Oscar Fernândez, Ricardo Tacuchian, Rogério Borda e Valmyr de Oliveira. Rio de Janeiro: Conservatório Brasileiro de Música, 2001. 1 CD (58min e 56s). DE MEDEIROS, Alan. Dilermando Reis (1916-1977): O olhar sobre uma carreira violonística que atendeu às demandas do mercado e da sociedade brasileira. In: III Simpósio de Música da FAP. Curitiba, 22 a 27 de outubro de 2007, on-line. ISSN: 1982-7512, Anais eletrônicos [...]. Universidade Federal do Paraná, Curitiba-PR. _____________, Alan. Sua majestade, o violonista e compositor Dilermando Reis (1916- 1977). 2007. DIAS, Mauro. Chorando Alto: 100 anos de Pixinguinha. SESC – SP. São Paulo, 1996, 11 páginas. Dicionário Grove de Música, Ed. Concisa, (Editado por Stanley Sadie, tradução Eduardo Francisco Alves. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1994 DINIZ, Edinha. Chiquinha Gonzaga: uma história de vida. Editora Rosa dos Tempos, 1999. ESTEIREIRO, Paulo. A difusão do bandolim na Madeira: origem, músicos e repertório (1889-1950). Revista Xarabanda, v. 18, p. 3-15, 2010. GONÇALVES, Leandro. O processo de difusão do violão clássico no Brasil através da "Escola de Tárrega" entre 1916 e 1960. Dissertação de Mestrado. Universidade de Évora. 2015. HECK, Thomas. Mauro Giuliani: Virtuoso Guitarist and Composer. editions Orphée, Inc. Columbus, 1995. HOLANDA, Fabíola; MEIHY, José Carlos Sebe Bom. História oral: como fazer, como pensar. Editora Contexto, 2007. LIRA, Mariza. Chiquinha Gonzaga: grande compositora popular brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro, FUNARTE, 1978. 154 p. il. (MPB reedições, 3). Mendes, Marinês de Souza. A vida musical de Luís Cláudio Stelzer. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade de São Paulo, Centro de Estudos Latino-Americanos Sobre Cultura e Comunicação. 2022. Mosaico. Intérprete: Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música. Compositores: Almiro Zarur, Antônio Mello, Carlos Cruz, Claudio Santoro, Ernesto Nazareth, Francisco Mignone, Gaetano Galfi, Lorenzo Fernândez, Marcelo Lima, Rogério Borda e Roland Dyens. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2008. 1 CD (1h 6min e 17s). PEREIRA, Fernanda. O violão na sociedade carioca (1900-1930): Técnicas, estéticas e ideologias. Rio de Janeiro, UFRJ/CLA. 2007. PEREIRA, Marcelo; GLOEDEN, Edelton. De maldito a erudito: caminhos do violão solista no Brasil. Revista Composição UFMS, n. 10, p. 68-91, 2012. PRANDO, Flavia Rejane. O mundo do violão em São Paulo: processos de consolidação do circuito do instrumento na cidade (1890-1932). Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, 2021. SANTOS, Adelson. Música: profissão de risco: a dialética de uma visagem estética no reino da clorofila. Travessia, 2012. SÈVE, Mário. Choro: gênero ou estilo. In: XXVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música. 2016. SILVA, Luciano Cesar Morais. Sérgio Abreu: sua herança histórica, poética e contribuição musical através de suas transcrições para violão. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, 2007. SOUSA, Johnatan Martins de et al. Orquestra de violões da Paraíba: perspectivas sobre a formação docente. 2022. TABORDA, Márcia. A viola de arame: origem e introdução no Brasil. Em Pauta, v. 13, n. 21, p. 133-133, 2002. _________, Márcia. O violão no Rio de Janeiro: um instrumento nacional. VII Encontro de Musicologia Histórica. Juiz de Fora, p. 284-292, 2008. _________, Márcia. Violão e identidade nacional: Rio de Janeiro 1830-1930. Rio de Janeiro, 2011. _________, Márcia. O violão na corte imperial. In: XXVII CONGRESSO DA ANPPOM, p. 1-8, 2017. TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. Editora 34, 1998. VERZONI, Marcelo. Joaquim Callado, trajetória historiográfica do pai do choro carioca. Revista Brasileira de Música, v. 29, n. 2, p. 293-322, 2016. Violões da UFRJ. Intérprete: Grupo de Violões da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Compositores: Adamo Prince, Afonso Machado, André Silva, Bartholomeu Wiese, Elias Sobrinho, Fábio Neves, Francisco Mario, Henrique Annes, João Lyra, Júlio Morgado, Luiz Moura, Marcelo Fortuna, Márcio Camacho, Marcos Mello, Marcus Ferrer, Nicanor Teixeira, Nilton Rangel, Paulo Botelho, Paulo César e Rudá Brauns. Rio de Janeiro: Conservatório Brasileiro de Música, 2010. 1 CD (58min e 56s). WOLFF, Daniel. O violão clássico em Porto Alegre. Brasiliana. N. 28 (Dez 2008), p. 18-25, 2008.
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 United Statesen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/
dc.subjectGuitar
dc.subjectOrchestras
dc.subjectEnsembles
dc.subjectEvolving paths
dc.subjectOVAM
dc.subjectViolão
dc.subjectOrquestras
dc.subjectCameratas
dc.subjectTrajetória
dc.titleOrquestras, cameratas e grupos de violões no Brasil: uma trajetória.
dc.title.alternativeOrchestras, chamber orchestras and guitar groups in Brazil: a trajectory.
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Orquestras_cameratas_grupos_violões_Brasil.pdf
Tamanho:
10.36 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format