Alfabetização Indigena no Brasil revisão de Escopo
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Universidade do Estado do Amazonas
Resumo
A alfabetização indígena no Brasil enfrenta desafios históricos e estruturais, marcados pelo apagamento das línguas indígenas e imposição do português, além da falta de materiais didáticos contextualizados e formação docente inadequada. Este estudo realizou uma revisão de escopo da literatura científica sobre o tema, seguindo o protocolo PRISMA-ScR, com base na estratégia População (indígenas), Conceito (alfabetização e letramento) e Contexto (escola). Foram consultadas bases como Periódicos CAPES, SciELO, Google Scholar e BDTD, incluindo estudos empíricos publicados entre 2014 e 2024. Dos 243 estudos identificados, apenas seis atenderam aos critérios de elegibilidade, destacando-se pesquisas qualitativas e etnográficas. Os resultados revelam lacunas como a escassez de estudos longitudinais, a sub-representação de etnias e regiões e a necessidade de sistematização das línguas indígenas. Conclui-se que políticas públicas mais assertivas, formação docente específica e pesquisas interdisciplinares, e sobretudo, financiamento de estudos interdisciplinares que reúna linguistas, pedagogos e antropólogos são essenciais para avançar na efetivação do direito à educação bilíngue e intercultural.
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Peres, Rocha Josilene. Alfabetização Indigena no Brasil revisão de Escopo. 2025. 16 f. Artigo. (Curso de Pedagogia) - Universidade do Estado do Amazonas -Tabatinga
